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domingo, dezembro 01, 2013

Joga-se a toalha, fica a dor

Numa das minhas últimas postagens falei que cansei, que não quero mais ninguém na minha vida.

Continuo firme nisso, mas este não é o motivo de tanto hiato neste blog, acho que ando numa fase pouco criativa pra escrever.
Ideias eu tenho, temas, falta tempo pra escrever e quando tenho parece que não flui... uma pena... mas espero voltar a escrever aqui e nos outros blogs que tenho.

Votando, como disse, joguei a toalha, cansei de sofrer por amor.
Às vezes vejo caras interessantes, mas coloco obstáculos do tipo: nunca que ele iria olhar pra mim; bonito, mas com certeza ordinário; deve ser o tipo que gosta de falar pros amigos das suas peripécias e jogar a menina no lixo; deve ser gay; que imbecil! olha as coisas que ele estava conversando... e assim vai...

Claro que tem dias que me sinto triste de estar sozinha, não vou mentir, mas aí me lembro de tudo que sofri e fico queitinha de novo...

O problema (ou não) é que parece que estou ficando menos fechada... ou acho que estou pensando em tentar novamente, mas isso não é certeza... nada é certeza.

Tem dia que a recaída é até por "exs", mas aí eu lembro de algumas situações imensamente constrangedoras e que aguentei para estar com alguém (será que era amor? acho que não... ou será que sim? veja o nível das dúvidas...), situações que não quero nunca mais viver, mas tenho medo de viver por achar que minha carência que vira tolerância falarem mais alto.

Não quero mais ser tolerante, pra mim, tolerância em relacionamento amoroso só quer dizer uma coisa: sufocar o que tem de errado e ficar se iludindo, se frustrando mais e mais numa relação que nasceu fadada a nem ter existido.

Vejo sempre tanta gente em relacionamentos em que aguentam o que eu decidi não aguentar: problemas com bebida, traição, ofensas em forma de brincadeira (mas não deixam de ser ofensas), controlar o outro (essa, pra mim, é a pior) e o que sempre me frustra mais: não contar a verdade/o que sente realmente, guardar para si o que não gosta.

Ficar com a pessoa, mas sempre escondendo que não gostou de tal atitude ou tais palavras e um dia, booom! joga na cara sem cerimônia, sem NUNCA ter dado a entender em NENHUM momento que não gostava daquilo. Fica parecendo que a coisa desandou do nada, quando na verdade já era uma avalanche dentro do outro.

Eu não quero mais guardar bolinhas de neve  que viram uma avalanche pronta a destruir tudo pela frente, minha tolerância chegava a esse ponto e isso nunca fez bem pra mim e, acredito, nem para a outra pessoa, mas sei que muitas vezes a pessoa sabia porque eu estava daquele jeito... só se fazia de vítima... e isso é outra coisa que dá vontade de bater no outro!
Se fazer de desentendido... mesmo você dizendo: as coisas não estão bem... e ele "não! está tudo certo! onde está errado?" na cabeça dele...

Bem, acho que elenquei um monte de coisas para continuar sozinha rsrs

O problema é que não estou feliz assim, mas tenho medo de me envolver, porque eu sei que estou cada vez mais medrosa, insegura e não confiante nos homens...
Parece que o tempo que dei só me fez mais mal do que bem.
Acho que analisei demais os homens e não vejo futuro em nenhum deles, só vejo um bando de caras babacas e a cada geração mais - não que pretenda sair com um menininho, mas ao invés das gerações ficarem melhores, estão piorando, estão mais machistas e ogras... é só ouvir a criançada falar... afinal... eles nascem ouvindo funk... o machismo em forma de batidão.

A dor é essa, jogar a toalha e não me encaixar, mas sempre fui sozinha, então, é uma dor crônica já. Até quando estava com Big eu estava sozinha. É aquela história do viver junto, morrer sozinho de Lost... o problema é que já vivo sozinha... e escolhi isso.

Eu não deveria me sentir sozinha, eu deveria ter meus planos e viver bem, mas não vivo, o vazio não deveria aparecer, mas não sou perfeita, mas também não quero ninguém para me fazer sofrer de novo.

Eu não consigo mais acreditar/confiar no outro.

Então, melhor continuar sofrendo sozinha.

quarta-feira, outubro 19, 2011

... E a brava ficou só...

Tenho pensando nesses dias que está na hora de jogar a toalha. Parar de fazer o tipo "a brava e corajosa, confiante" etc etc etc...

 O título acima é uma paráfrase de um western com Charlton Heston, o nome em português é assim...

Bem, estou ficando mais velha, com menos chances de encontrar alguém que valha mesmo a pena, não acredito que irei encontrar. Sim, a brava e determinada Carrie ficou só.

Isso é um grande desabafo. Desabafo de quem não aguenta mais nadar contra a maré e que tem que admitir: chega, ninguém realmente se interessa por mim, ninguém quer realmente ter algo comigo, algo que seja realmente bom, que se importem comigo, que queiram compartilhar qualquer coisa verdadeira.

Há muito tenho percebido que eu não me encaixo na "mulher ideal", porque eu não faço nenhum dos dois tipos e por isso vou continuar sozinha.
Qual são os dois tipos?

A burra e a que põe cabresto.

Homem é assim, essa é a minha experiência de vida amorosa: ser trocada por um cabresto e/ ou pela burra.

Homem finge ser esperto, mas não é, prefere o cabresto, prefere ser feito de tonto e aceita o cabresto pra mostrar que não vai ficar sozinho, alguém o atura, desde que mande bastante e acabe com toda a personalidade dele.
E eu vejo várias mulheres fazendo isso...
Aqui então... o que eu vejo de brasileira pondo cabresto em estrangeiro e brasileiro... vixi! Ficam todos iguais uns imbecis, mas é melhor do que estar sozinho... ou já que aceitei esse relacionamento, ela faz o que quer comigo...
Já vi muher dizendo pro marido no meio de várias pessoas: com essa roupa você parece um mendigo.
Ou admitindo que não sabe porque está com aquele cara se o tipo que prefere é completamente outro, e fica flertando na maior cara de pau.
E eles gostam! Preferem isso!

Já no caso de preferir a burra também é fácil: ela é burra, mas é gostosa! E eu não ouço as imbecilidades que ela diz, melhor do que mulher que pensa, porque dá trabalho pra eu me livrar!!
E por que eu vou ficar com uma se posso ficar com todas? A catraca anda pra sempre! Viva o Viagra! Nunca a catraca vai parar!

Como todo mundo sabe, não sou a burra.
E também não coloco cabresto em ninguém.

Sempre achei que o melhor era ser compreensiva, amiga, companheira, respeitar o outro etc etc etc e o que eu sempre ganhei com isso foi desrespeito, canalhice, infatilidade e traição.

Se existem homens que dão valor para mulheres com personalidade (mas sem cabresto), que dão valor ao carinho que recebem, a compreensão, ao respeito e que querem compartilhar algo verdadeiro, são poucos e felizes das mulheres que os encontraram.

Pra mim não sobrou ninguém.

Isso é fato, eu devo ter errado em algum lugar, só ainda não sei onde... talvez na minha timidez, mas o que importa?
Ninguém teve a coragem de querer saber o que eu realmente sentia, ninguém teve coragem de conversar cara a cara de forma adulta (era mais fácil deixar uma mensagem no msn terminando), ninguém pensou no que eu ia sofrer quando soubesse que ele estava transando com a burra bixessual gostosa (e imaginando transar com ela e as amigas).


E aí, quando vejo tanta gente feliz eu penso: o que eu fiz de errado? Por que comigo também não pode ser assim? Por que ninguém me quer?
O que faz com que os homens fujam de mim como se eu tivesse uma doença contagiosa? O que me faz tão horripilante?
Não pôr o cabresto neles ou não ser burra?

Ter personalidade,ser tímida, amiga, companheira, divertida... faz sofrer e muito!

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Capítulo 38: da traição

Relações amorosas são difíceis.
Tenho uma grande propensão - como já perceberam - a ser pessimista com elas, ainda mais quando converso com dois amigos no mesmo dia e um, depois o outro falam em traição...

O primeiro fala que viajou com os amigos e ficou com outras garotas na viagem, voltou e disse para a namorada que não rolou nada além de muita bebida, nada de garotas...
Começa a me dizer que não está tão afim assim da menina, a namorada, que vai ficando, passando o tempo...
Tudo bem, passe o tempo, mas seja honesto: é só sexo, ok?
Não seria mais justo?
A menina parece muito apaixonada por ele...

Depois outro vem me falar que todos os amigos dele - eu não perguntei nada! - traem as namoradas, não conhece um que não faça isso - só não falou dele próprio rs
Afinal, por que isso? Qual o sentido de estar com alguém que não te "satisfaz" plenamente?

Eu sei, muitas vezes as coisas podem acontecer sem se esperar, por carência ou qualquer outra coisa, mas quando se começa a trair compulsivamente, quem realmente está sendo traído?

É difícil para mim falar sobre esse assunto do ponto de vista dos "traidores": nunca trai, já fui traída, sim e não vou ficar dizendo que a culpa é dos homens que só eles fazem isso... não vou ser sexista, mas dois amigOs vieram falar isso pra mim num mesmo dia! Falar sobre homens que traem... será que as mulheres escondem isso até das amigas, por isso fica difícil falar em traição feminina?
Quem sabe?
Eu que não vou ficar do lado de ninguém. Só sei que ser traído é uma coisa difícil... você fica se perguntando por quê e não descobre... talvez nunca descubra, talvez a própria pessoa não saiba porque fez isso com você...
É difícil perdoar, nunca me pediram pra perdoar então não sei se perdoaria...

Sei que muitas vezes me sinto traída, mas não porque houve uma traição propriamente dita, ser trocada por outra/o. Mas é sentir assim quando a pessoa não fala o que realmente sente, o que realmente quer, não se abre, não compartilha e depois deixa as coisas chegarem aos seus ouvidos por outras pessoas. Isso também é traição.

Ou quando a pessoa diz uma coisa e faz completamente outra... me sinto enganada, me sinto triste e frustrada quando penso que fiz uma escolha consciente e o outro não fez... apenas está "passando o tempo" ou fazendo eu perder o meu precioso tempo...

Seria mais fácil dizer: estou passando o tempo, é só isso, tá bom?
E eu diria se quero continuar passando o tempo ou gastar meu tempo de outra forma...

Não precisa haver exatamente uma "traição física" para nos sentirmos traídos. E talvez essa seja uma traição ainda mais triste e difícil de se "aguentar": ignorar o outro.

quarta-feira, novembro 11, 2009

Cair na real 2: a missão

Muitas vezes acreditamos que as pessoas realmente são sinceras e, nestes casos, acabamos por acreditar nelas.
Só que aí vem o baque: era tudo mentira, era só um meio de ficar bem, fingir ter a consciência tranquila e, frente aos amigos, passar a imagem de "eu fui perdoado e vou ser sempre perdoado, seja qual for a merda que eu fizer!".

Acho que tenho muita paciência com as pessoas, apesar de ser uma ariana explosiva, mas tudo tem limite. Fico querendo sempre crer que posso ser amiga de ex, no entanto, isso não dá muito certo. Tenho uma boa amizade com um deles - claro que como grande paixão da minha vida eu fico meio tendenciosa -, mas é sempre algo afastado e não me deixo "contaminar".
O problema é quando você pensa que realmente pode ser apenas amiga e a pessoa se aproveita. Acha que pode te esnobar sempre por conta disso, acha que sempre vai ter meu perdão.
Meu perdão acabou...
Como eu sempre digo no twitter: CSL, Cansei de Ser Legal. E acho que finalmente eu cansei MESMO!
É bom continuar falando com pessoas com quem se teve algo em comum e que foram coisas boas, desde que haja respeito e sinceridade.
De gente falsa, mentirosa, arrogante que vive de máscaras para parecer o que não é eu estou cheia! E não vai ter e-mail que me faça mudar de ideia porque dessa vez foi sério demais.

Eu tenho sempre que cair na real e espero que dessa vez seja pra valer, porque, perceber o quanto fui tratada como um nada e achar que mudaram quando pedem desculpas era tudo mentira da grossa! A mais sórdida mentira...
E, convenhamos: se alguém te trata como um nada quando deveria ser muito importante não vai mudar de ideia "só" quando é seu amigo, vai sempre se aproveitar até que a fonte seque.

A água acabou!

terça-feira, janeiro 06, 2009

Resoluções ou "Sacodes" de Ano Novo

Sei que uso muito esse espaço pra reclamar da minha vida, mas se isso é um blog, se isso tem a ver de alguma forma com um diário, o que poderia ser? É claro que vou descarregar um monte aqui, não tem muito jeito mesmo...
Como eu disse, acho que o ano só muda mesmo na folhinha do calendário.

De resto, tudo muda há passos beeeeem lentos - pelo menos pra mim que não ganhei ainda na mega-sena.

Recebi uma mensagem que desencadeou vários pensamentos na minha cabeça, primeiro de raiva, depois de tristeza por as coisas não serem mais como eram e pelo tanto que poderia ser diferente naquele momento que recebi a tal mensagem... me senti frustrada, mas o que adiantava se não depende de mim? É duro ficar amarrada às escolhas dos outros, é triste quando não é sua escolha...
Daí levei um "sacode" de um amigo...
Um bom sacode, tapa na cara, um banho de água gelada de algum lago na Sibéria... Serviu pra eu acordar um pouco, só não sei por quanto tempo estarei acordada porque ainda sonho demais. E fico triste por sonhos serem apenas sonhos e quando alguém que estava debaixo de uma pedra no sonho resolve sair dali e me dizer algo que me faz lembrar coisas boas, tudo piora... porque é só sonho... é só sonho que vem na minha cabeça... sonhos que não foram e nem serão realizados...
O sacode foi exatamente para isso: para eu parar de me iludir tanto.

Espero conseguir ser mais sóbria e perceber que não adianta mesmo, a tal pessoa da mensagem não vai fazer mais que isso. Não vai tentar acertar as coisas...

Eu comentava por que cargas d'água tenho exs que resolvem ressuscitar... por que eles querem sempre continuar sendo meus amigos?
Acho que isso tem a ver justamente com o sonho, a esperança e eles percebem isso... percebem que podem ter um pouquinho daquilo que não conseguem ficar sem: minha mais pura e doce amizade (alguém aí pensou alguma outra coisa? rs).
Sim. Sempre os apoiei muito, sempre dei carinho, atenção, compreendi o máximo que pude, mas se eles não se contentam com isso ou não é isso que precisam somente naquele momento, não posso fazer nada, mas o sonho em mim permanece, a esperança boba de as coisas boas voltarem.
Só que elas não voltam, não é um conto de fadas e nem estou numa comédia romântica em que sempre o mocinho vem atrás da mocinha (por isso não assisto mais esses filmes, eu ficava deprê).

Daí percebi que eu tenho uma nova síndrome que eu acabei de descobrir rss "Síndrome de Jennifer Aniston" auauahahaha
Acabei de inventar essa rss
É simples: em qualquer canto que você veja uma reportagem dela do que ela fala? Do Brad com a Jolie! Ela não muda o disco! Eu tô parecendo ela! É sempre a velha reclamação! É sempre a mesma choradeira... que sempre me irritou e que vejo que sou igual: reclamo e choro das mesmas coisas que não vão voltar mais e não serão como eu desejo. Ponto.
Infelizmente eu não vivo dentro de um conto de fadas com um feliz para sempre. E eu preciso acordar sem beijo, seja de sapo ou de príncipe.
Afinal, eles não duram.

quinta-feira, julho 07, 2005

Capítulo 4:Out of Tears

Chega um momento na sua vida que você desiste, cansa...
Pensa bem e começa a não se imaginar mais com ninguém, com uma vida totalmente diferente da sua hoje...
Começa a pensar que daqui uns 20 anos tudo vai ser igual, já não tem mais imaginação para "criar fantasias", não vê mais nada com empolgação, não se empolga mais...

Não sei se é se acostumar ou cansaço mesmo... cansaço de sempre as coisas sairem diferentes do que se espera/imagina/sonha/se empolga/se ilude...

Só sinto um vazio que não será preenchido, ou já está preenchido por ele mesmo... sei lá... sei que não me imagino com outra vida mais, não consigo pensar em novos relacionamentos amorosos, não me imagino, por exemplo, daqui uns 5 anos, mãe - já tenho 120 filhos também, né? rss
Não imagino nada diferente... só tudo igual...

Acho que minhas lágrimas já secaram - na verdade, secaram faz muito tempo - e não tenho mais pique, ânimo, vontade de conhecer alguém, eu já sei o que vai acontecer. Cansei de me decepcionar e o melhor é ficar assim mesmo...
Tô bem assim, não esquento a cabeça: não me empolgo, mas não sofro; não me alegro, mas não me frustro; não sonho, mas não me iludo.
No gain no pain... (só invertendo porque dá na mesma).

Acho que não nasci para o amor (mulher/homem), então, pra quê chorar?
Vai resolver? Vai mudar alguma coisa? A Terra vai párar de girar?
A vida segue...


P.S. Só espero conhecer a Inglaterra e minha vida tá ganha...