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quinta-feira, maio 01, 2014

Um texto, uma nova Carrie?

Esta semana li um texto que achei muito "pesado", ele exatamente falava de coisas que eu já tinha vivenciado e nem por isso concordei com elas... engraçado ter achado o texto tão pessimista e amargo, coisa que faço muito... mas que não quero pensar mais da mesma forma.

Então, vejamos, dêem uma lida aqui e comentarei...

O texto fala muito em se importar com o outro, que quem se importa é feito de bobo, ou seja, quem mostra não se importar é o mais forte da relação, que não liga, só manda mensagens, quando manda e tudo mais. Parece que o texto fala de um grande desapego ao outro e que o outro aceita tudo isso de boa vontade, por quê?
Por quê alguém aceita se submeter dessa forma a alguém?
Insegurança?
Medo de ficar sozinha/o?


Sempre me lembro de ter feito o máximo para que meus relacionamentos dessem certo, mas nunca imaginei que o outro não estava tão apegado, acho que quando estamos apaixonados não conseguimos ver essa relação de desapego ou ela só anda mais forte agora, que me aposentei rs
Porque nunca vi essa coisa do outro mostrar desapego, na verdade, eu sentia era que estavam apegados e isso me iludia, como um caso famoso que sofri por semanas sem saber do paradeiro da figura, achava ATÉ que a culpa era minha, mas só achava isso porque tudo parecia perfeito.

Uma coisa que se fala é que você espera uma vingancinha que não vem, sim, eu esperava para que a pessoa tivesse o tal "karma ruim" para que sofresse como eu sofri, mas quer saber?
Devem sofrer mais por se darem conta do que perderam... mas você só se dá conta disso quando sai da fossa e vai viver e vê, sabe por amigos, o quão bosta está a vida do outro depois que terminou com você, mas aí, isso já não te alegra, até fico com dó, porque cada um tem sua escolha.

E como diria o Chaves: a vingança nunca é plena, mata alma e envenena.
Enquanto se fica envenenado não se vive, a alma realmente morre, então, deixe que o outro viva a vida dele, ele sabe que fez merda, ninguém vai precisar dizer. Principalmente quando ele fizer comparações com entre você e a nova namorada (eu sei que saio ganhando).

Por mais que a postagem queira falar de como é difícil um relacionamento, ela não parece falar de um relacionamento, apenas de uma coisa passageira, que está fadada a não vingar. Pelo menos é como interpreto o que está ali escrito...
Se fala muito em marcar para sair, mostrar interesse, parece coisa ainda de começo de namoro, de quando está se tentando conhecer mais a pessoa...  não de uma relação já, vamos dizer, acertada entre ambas as partes... ou ambas as partes não sabem o que estão fazendo? Um acha que o outro está afim e vai levando isso ad infinitum?

A questão das mídias sociais ajudarem a trair, eu não acredito... fui traída e trocada por alguém que mal usava a rede social, que usava de outros meios muito mais envolventes para afirmar seu interesse e ajudar na traição.
Não adianta ficar na paranoia, o  texto é extremamente paranoico, parece que nunca nada vai dar certo que se está fadado a viver ou num mundo de mentiras ou não confiar em ninguém...

Acho que o texto é válido por um motivo: se perceber alguma das coisas do texto rolando em seu relacionamento: pare de se iludir. Abra o jogo e leve bem a sério os sinais que vê, não pense que são imaginação da sua cabeça, não são! São palpáveis! Não vale a pena sustentar isso. E se o outro disser que não é nada disso, fique de olho e espere um momento para pensar, de preferência dê um tempo para pensar melhor e verá se a pessoa te dará atenção ou não... se você optar por tentar mesmo sabendo que não estão dando atenção a você, pode estar fadada/o a ver uma mensagem de término de namoro, como eu, que recebi uma mensagem no meu MSN.

O texto é amargo, mas essas coisas realmente acontecem, não se deixe levar pela ilusão total e nem seja paranoico, tente o meio termo. Coisa que eu mesma nunca consegui, mas acredito que estou tentando aprender (eu quero muito!) e poder viver, quem sabe um dia, um relacionamento em que as coisas fluam bem, sem ansiedades, sem desconfianças, sem medo de ser feliz.

O que eu ainda tenho muuuuito: medo, mas como disse a um amigo: sei que tudo estava em mim, eu atraía esse tipo de pessoa e enquanto minha sintonia for com pessoas que não se importam, vou encontrar pessoas que não se importam, por isso, estou tentando aprender a lidar melhor comigo mesma, para depois poder lidar com os outros. Sem medo, sem cobranças e com a cabeça mais leve.

quinta-feira, março 07, 2013

Diálogo (ou Monólogo) Bizarro da Vagina

Parece que essas coisas só acontecem comigo, se já aconteceu com você que está lendo esta postagem, por favor, comente e diga: sim, já aconteceu comigo!


Estava num ponto de ônibus no centro, hoje, procurava um ônibus pro metrô mais próximo porque chovia e levaria uns 10 minutos para chegar à estação, e se fosse a pé, chegaria ensopada.

Uma senhora por volta de uns 65 anos também estava ali esperando. Havia mais umas duas pessoas, mas pegaram um outro ônibus. A senhora puxa conversa, odeio isso, mas quis ser educada com a senhora por conta da idade, fiquei pensando se não faria o mesmo pela minha mãe e me arrependi.

Ela começou a falar da demora dos ônibus e me disse que passava ônibus pra todo lugar ali, fiquei mais tranquila, porque tinha ainda que ir em outro lugar, sair do centrão e ir pra lá de Santana...

Daí ela começa a falar do marido que resmunga que se fosse hoje não se casaria de novo, se soubesse que passaria o que passa hoje, não teria casado e também, como ela disse que o "amigo" do marido está murcho e que odiava aquilo... Odiava ter que fazer as vontades do marido e que agora só machucava a bexiga dela. Que depois que ficou velho, "aquela coisa mole" não dava... e mostrava com a mão como seria a vagina e o troço mole querendo entrar forçando...

Eu ouvia com cara de espanto, nunca esperava ouvir essas coisas de uma senhora... e ela continuava.

Dizia que o filho estava doente e que precisava cuidar dele, mas o marido tinha ciúmes, imagina isso! Que o marido já devia estar avariado da cabeça que fala mesmo pra ela: então dá pra ele!

E ela continuava falando que era bom quando era novo, que aquilo sim era p@u (sim, ela usou esses termos, eu, como pudica, não uso rs) e eu mais impressionada e com vergonha e ela vira e pergunta: você sabe do que estou falando, né? Não tem mais isso de virgem hoje... você não é virgem, né?
Não é casada? Mas já foi noiva... (menti e disse que sim e que não deu certo...) ah, hoje não tem mais disso... você passa anos vivendo para um marido e não tem nada... 

Se fosse jovem hoje e soubesse que seria assim só me casaria com um cara com dinheiro, agora nem dinheiro tenho porque só trabalhei dentro de casa e ele não dá valor.

Eu fiz o peritônio! Agora minha vagina está fechadinha, nem quero mais nada, queria deixar ela quietinha!

Eu estava envergonhada com a conversa, o tempo passando e ônibus nenhum ali ia pra onde eu precisava, me meti na chuva e disse que precisava ir mesmo a pé porque ia me atrasar e deixei a senhora falando sozinha no ponto... sem entender se era ela ou o marido que andava avariado porque a conversa, pra mim, foi pra lá de bizarra...

sexta-feira, janeiro 27, 2012

Amor ou Passaporte?

Já estou de volta ao Brasil.

Agora vou contar de uma outra coisa muito corriqueira entre, principalmente brasileirAs em Londres.
Não sei se já contei aqui que a maioria dos brasileiros por lá são ilegais e essas pessoas tentam de qualquer forma se tornarem legais para continuar tranquilamente na terra da Rainha Beth.

O caminho que para a maioria parece ser o mais fácil é o casamento. Casar com um inglês ou "comunidade europeia" e se tornar, assim, uma cidadã bem vinda na terra bretã.

Conheci algumas brasileiras casadas com ingleses.
Às vezes olhava pros caras e pensava: como um cara gato tá casado com essa tosca que nem sabe falar uma frase certa na língua dele?
Lembram do meu texto dos ingleses tímidos e desesperados?
Pois é!

Eles não só se desesperam como também são pessoas extremamente certinhas, se começa um relacionamento com a pessoa, ele mantém, não é como brasileiro que inventa um "tô ficando" um "tô de rolo" pra não assumir um compromisso.. ou até inventar o horroroso termo "namorido" (porque é horrível essa palavra, vai!) pra dizer que é um namoro sério, tão sério que é quase um casamento (que, em grande maioria não se concretiza).
A grande maioria dos ingleses vai honrar isso e, se ele, por desespero de estar só e na hora de casar (inglês tem isso) e você tá ali, se jogando em cima dele, é claro que ele vai gostar e manter.

O que eles, como sempre, não têm a malícia é de entender que a maioria das estrangeiras sem cidadania ou visto querem ficar numa boa pela Europa e sendo sustentadas.
E acreditam piamente que essas moças os amam.

A moça que contei que foi dar em cima do alemão, lembram? Depois disso, o alemão não deu as caras, e antes dele ela transava (sim, porque não era namoro, por favor!) com um croata que ela resolveu terminar, porque ele não tinha um passaporte "bom" para ela ficar por lá e ele era só segurança de uma boate.
Depois do alemão, tinha um polonês atrás dela e quando perguntaram para ela porque ela não dava uma chance por rapaz ela disse:

Eu não vim aqui para levar vida de filha da puta pra sempre! O meu trabalho de faxineira é temporário, porque eu não gastei dinheiro para vir até aqui e casar com um duro! Eu quero um cara que me banque, me sustente! Porque pinto por aí tá cheio: de todos os tamanhos, idades, cores e nacionalidades.

Romântico, não?
Pois é, o alemão era um prato cheio, só que ela burra, não entendeu que um alemão que mora em Notting Hill não é um pé rapado e, claro, eu não ia avisar isso pra ela...

Conheci muitas que falavam quase a mesma coisa, porque só estavam legalmente por conta do marido. Ouvi de duas a mesma frase: eu sempre gostei é de negão... acabei casando com esse aí nem sei o porquê... (não sabe MESMO?)
Uma delas era até esperta, falava bem o inglês, mora lá há uns sete anos e... adivinha quem arrumou um emprego na empresa de telecomunicações inglesa pra ela?
O branquelo! Um Ronnie Weasley, praticamente, que numa festa, disse para ela (ele até falava português por causa dela): ah, eu estou parecendo um vagabundo com essa roupa (na verdade, ele queria dizer mendigo) e ela: E O QUE VOCÊ ACHA QUE VOCÊ É? É UM VAGABUNDO MESMO! 
disse isso na frente de meio mundo... todo mundo ficou meio constrangido e mudou de conversa...
Ele fazia tudo, tudo, tudo que ela queria e ela aproveitava e o que podia falar mal dele, ela falava.
Não sei se o casamento vai continuar, quando saí de lá ela estava com o passaporte britânico.


Também soube do caso de uma família inglesa que ficou indignada com a brasileira que casou com o filho e fez exatamente isso: depois do passaporte britânico deu o pé na bunda dele.
Como disse, os ingleses são certinhos em sua maioria e não fazem isso só de fachada, casam porque gostaram mesmo da moça!


A amiga da minha última roommate, ela sempre contava sobre ela: veio pela Bélgica (para ficar menos descarado que ia ficar de vez em Londres) e começou, logo que chegou, desesperadamente, a procurar alguém com passaporte para casar.
A Roommate contou pra mim como quem conta algo do tipo "coitada da minha amiga! como sofreu! até encontrar o 'homem certo'".
Bem, ela saía todas as noites para os pubs para 'conhecer pessoas'.
Primeiro conheceu um inglês que chegou a ficar noivo dela, mas desistiu dela (por que será?).
O segundo, um brasileiro com passaporte VERDADEIRO italiano. Tiveram que vir ao Brasil para casar e depois iriam voltar pra Londres. O que o cara fez?
Pegou o dinheiro combinado com ela, chegou no Brasil e não casou, sumiu!
Daí encontrou um segundo inglês, separado, químico, ganhando bem, que acreditou em todo esse amor e, parece, que em breve ela ia poder dar entrada no passaporte dela.
Ela, esteticista, ganhou um salão de beleza, fora de Londres, dele.
Minha roommate me chamou para ajudá-las e ganhar um dinheiro na arrumação do salão.
Fui.
Ele anotava os recados da secretária eletrônica com os números das clientes que haviam ligado - em 6 ou 8 anos de Londres ela não conseguiam AINDA entender os números deixados na secretária.
Daí ela virou pra ele e falou: estou cansada, vou ali comer, que eu ainda não parei.
E ele: e eu vou ficar aqui?
Ela: ai, john doe (rsrs) eu tô cansada, preciso comer que não comi nada o dia inteiro, fica um pouquinho aí enquanto vou ali do lado comprar algo pra comer! Quem trabalha aqui?

Ele: e de quem é o dinheiro que está aqui?


Não sei se ele percebeu o negócio que havia feito... agora, ela tinha levado um dos filhos (adulto) para morar em Londres. Ele, o filho, foi pra Portugal, casou com uma portuguesa (a-ha! tal mãe...) e foi com ela pra Londres, já com um filho e grávida de mais um e ele queria ficar na casa da mãe.
O inglês parecia não entender.
E não entende mesmo, afinal, aos 16 anos, lá, você já pode ir cuidar da sua vida e não fazer um puxadinho em casa.

Depois disso não soube mais, porque ela era uma mandona arrogante e, antes que eu me estressasse mais com a mulher, desisti de ajudar no trabalho e olha que eu poderia vir a ganhar um emprego do tipo recepcionista...


Convivi também com outras já casadas há muitos anos, com filhos, que também tratavam o marido como capacho e falavam mal deles em português na cara deles, porque eles entendiam nada ou muito pouco.
A que comentei do "vagabundo" (uma KassabA, né? rs) um dia falou: ele entende, mas quando queremos falar coisas sem que ele entenda é só falar bem rápido! e ria com as amigas que começavam a falar correndo como loucas e riam muito!


Bem, é triste, são poucos os casais que realmente são casais em Londres - entre brasileiros e estrangeiros.
Entre os homens não sei como funciona porque não conheci muitos que eram casados com estrangeiras, mas ao que percebi, mesmo que nós, brasileiras, consideremos o cara o mais feio do mundo aqui, para elas inglesas, eles são lindos! Porque são uma "beleza exótica" para elas.
A maior parte de brasileiros que conheci eram casados com brasileiras - com visto europeu ehehehhe - e portuguesas. Ou senão, brasileiro que já casou falsamente com brasileira com passaporte e agora está com brasileira ilegal que espera que ele oficialize para ela deixar de ser ilegal - e o que tem coitada esperando e se matando de trabalhar pro cara.... vocês nem imaginam!


Não posso dizer ah, só brasileiro que faz isso, não é bem assim, eu sei, mas eu sei da comunidade que convive que são pessoas que nasceram no mesmo país que eu, mas que quando chegam aqui, no Brasil, gostam de dizer pra amigos e família: sou casada com europeu! ele me banca!
Bonito, né?
E daí tantas e tantas brasileiras se iludirem e irem pra Europa atrás desse "amor" e muitas se darem mal... acabarem sendo vítimas do tráfico de mulheres e...
onde mesmo foi parar o sonho?


Para algumas se realiza, se é que casar com alguém que você xinga a todo momento, mas te leva pra conhecer metade do mundo é felicidade.
Sim, porque eu penso: a consciência de um ser desses não pesa, não?
E sabe? eu tinha dó deles... mas... eles também poderiam parar de beber um pouco e tentarem ser mais desenibidos só um pouquinho, e espertos, claro!

domingo, julho 30, 2006

Eu continuo batendo na mesma tecla...

Por que cargas d'água as pessoas que você nem conhece direito, ao conversar com você e outras pessoas adora dizer:

"Ah, não gosto dele não, é feio que dói! Mas sabe usar o negocinho dele!!! é de ficar besta como estava perdendo tempo!!"


O que tenho com isso??? Ainda não entendi...

Se fosse minha xará rica, acharia algo para se comentar... quem sabe Carrie Rica diria que as pessoas precisam aparecer de qualquer forma, ou inventaria um conto sobre o assunto com Samantha contando isso... a diferença é que a Samantha é sua amiga e contaria mesmo... será que Samantha Jones é a personagem favorita de muitas mulheres que gostariam de fingir ser ela para todos que as encontram por aí?
Samantha é bem mais "na dela" rss

segunda-feira, março 27, 2006

Capítulo 18: Pra não dizer que não falei das mulheres

Eu ando falando muito mais dos homens, não? Está tendo um desequilíbrio por aqui...
Então, vou lembrar das coisas que acho mais chatas e vulgares que as mulheres fazem e que já ouvi com os meus ouvidinhos que a terra irá um dia comer e passar mal...

Se preparem, lá vem as "pérolas mais escrotas das mulheres":
(para alegrar ao público masculino que aqui frequenta e a todas as mulheres que concordam que mulher quando quer ser vulgar é pior que o homem)

"Ah, querida! Eu passei a noite no Motel!!! Estou vindo agora pra aula sem ter passado em casa. Passei a noite no troooonco!!! rsss"
falatório de uma que acabara de chegar à aula e comentava isso quando perguntavámos se ela estava preparada para o seminário que teríamos que apresentar...

Frases de uma única fulana querendo se achar a poderosa durante uma festa na casa de uma amiga que temos em comum:

"Ele estava ali no corredor e a gente resolveu se divertir por ali mesmo, estava tarde, ninguém ia passar, aí ele ficou me chupando por ali mesmo."

"Ah, homem com p***o grande é meio ruim, sabe? Parece que chega no estômago."

Detalhe: ninguém perguntou nada pra ela, ela chegou contando... vulgaridade pouca é bobagem...

Essa eu vi no vídeo de casamento de uma amiga, a cena é a seguinte, o cinegrafista dá uma geral na Igreja enquanto o padre fala com os noivos e que cena vemos num canto da igreja, pertinho de uma pilastra? Uma das melhores amigas - dessa amiga que casava - se agarrando com o namorado ali, dentro da Igreja. O cinegrafista nem fez questão de registrar o amasso... angelical...