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domingo, março 17, 2019

Da Vida sem emoção

Anos sozinha, anos com medo e tentando esquecer a vida romântica com outras questões, como a profissional (que está uma droga) ou qualquer outra coisa que me faça esquecer da vida real.

Ultimamente o que me alegra e faz esquecer a vida real são os ídolos, sim aqueles artistas que você ama, acha gato demais e nunca estarão na sua vida de verdade.

Porque é muito mais fácil se imaginar em outro lugar, num daydream, do que na sua vida. 
Isso é coisa de adolescente, admito, mas parece que nunca saí dessa fase.

Queria não estar agora olhando fotos do Instagram de famoso, acompanhando seus passos como stalker quase. Fico lendo sobre a vida dele e pensando o quanto  temos em comum, mas isso não adianta de nada, ficar me achando a certa pra ele... isso é fantasia e eu não saio da fantasia.

Queria ter uma vida de verdade. Eu não consigo dar um passo à frente.

Mas o tempo passa, nada acontece e fico triste quando penso na realidade (estou chorando aqui). Nenhum famoso vai responder à minha mensagem, nem curtir o que escrevi na postagem dele. E nenhum cara normal aparece na minha vida como um "wonderwall" que vai me salvar... 

Porque, eu sei, na verdade, ninguém pode me salvar além de mim mesma, mas como fazer isso acontecer? Eu não sei, não sei sair dos meus 16 anos e ficar esperando o príncipe que vai me salvar da torre com o dragão.

Tudo é muito triste por isso prefiro continuar "esquecendo" a minha vida e viver sem emoção, sem alegria real. Porque quando penso nos meus amigos, todos estão felizes e com alguém e parece que isso nunca acontece comigo. Parece sempre que estou numa estrada andando a pé não sei pra onde e todos passam em alta velocidade de carro por mim e eu fico pra trás...
É assim que me sinto, pra trás, deixada pra trás.

Quando isso vai ter fim? Não sei, talvez nunca... talvez eu seja como uma amiga se autointitulou: forever alone, hopeless. 
Me sinto muito sem esperança nesse momento.
E nem o sapo aparece...





*Ouvindo um dos meus queridinhos... falando que príncipes são pessoas normais no final...


sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Capítulo 38: da traição

Relações amorosas são difíceis.
Tenho uma grande propensão - como já perceberam - a ser pessimista com elas, ainda mais quando converso com dois amigos no mesmo dia e um, depois o outro falam em traição...

O primeiro fala que viajou com os amigos e ficou com outras garotas na viagem, voltou e disse para a namorada que não rolou nada além de muita bebida, nada de garotas...
Começa a me dizer que não está tão afim assim da menina, a namorada, que vai ficando, passando o tempo...
Tudo bem, passe o tempo, mas seja honesto: é só sexo, ok?
Não seria mais justo?
A menina parece muito apaixonada por ele...

Depois outro vem me falar que todos os amigos dele - eu não perguntei nada! - traem as namoradas, não conhece um que não faça isso - só não falou dele próprio rs
Afinal, por que isso? Qual o sentido de estar com alguém que não te "satisfaz" plenamente?

Eu sei, muitas vezes as coisas podem acontecer sem se esperar, por carência ou qualquer outra coisa, mas quando se começa a trair compulsivamente, quem realmente está sendo traído?

É difícil para mim falar sobre esse assunto do ponto de vista dos "traidores": nunca trai, já fui traída, sim e não vou ficar dizendo que a culpa é dos homens que só eles fazem isso... não vou ser sexista, mas dois amigOs vieram falar isso pra mim num mesmo dia! Falar sobre homens que traem... será que as mulheres escondem isso até das amigas, por isso fica difícil falar em traição feminina?
Quem sabe?
Eu que não vou ficar do lado de ninguém. Só sei que ser traído é uma coisa difícil... você fica se perguntando por quê e não descobre... talvez nunca descubra, talvez a própria pessoa não saiba porque fez isso com você...
É difícil perdoar, nunca me pediram pra perdoar então não sei se perdoaria...

Sei que muitas vezes me sinto traída, mas não porque houve uma traição propriamente dita, ser trocada por outra/o. Mas é sentir assim quando a pessoa não fala o que realmente sente, o que realmente quer, não se abre, não compartilha e depois deixa as coisas chegarem aos seus ouvidos por outras pessoas. Isso também é traição.

Ou quando a pessoa diz uma coisa e faz completamente outra... me sinto enganada, me sinto triste e frustrada quando penso que fiz uma escolha consciente e o outro não fez... apenas está "passando o tempo" ou fazendo eu perder o meu precioso tempo...

Seria mais fácil dizer: estou passando o tempo, é só isso, tá bom?
E eu diria se quero continuar passando o tempo ou gastar meu tempo de outra forma...

Não precisa haver exatamente uma "traição física" para nos sentirmos traídos. E talvez essa seja uma traição ainda mais triste e difícil de se "aguentar": ignorar o outro.

domingo, novembro 09, 2008

Capítulo 34: o fã

Uma das coisas que eu considero como mais insuportáveis é homem-grude.
Mas não é qualquer tipo de homem-grude, não é aquele que gosta de um romantismo. Estou falando daquele que mesmo você dizendo que não tem nada a ver, está sempre "na fila", sempre ali cheio de frescura mesmo sabendo que não vai ter vez, ou pelo menos deveria saber...
Tenho um desses na minha vida, já o bloqueei por quase um ano no meu msger, já falei que não gosto dele como namorado, que não quero nada com ele, não faz meu tipo. E nada! O cara está sempre falando que sou linda, que sou a mulher da vida dele (isso porque ele mal me conhece, apenas porque gostamos do Radiohead entre outras bandas), que quer casar comigo... um chato!
Um chato porque não entende que não adianta! E quanto mais ele força a barra, mais eu sinto raiva dele, mais acho ele um pé no saco...
Eu odeio ser pressionada, dessa forma então, nem se fala.
Há dois anos, quando terminei um namoro, esse fã só faltou soltar fogos de artifício. Eu, deprimida, mal, sofria porque amava esse meu ex e o cara só ria, só ficava feliz com a minha desgraça... nesse momento peguei mais ódio dele.
Agora deve ter percebido sem eu dizer que eu e Mr.Big terminamos mais uma vez - dessa vez é definitivo, eu não dou mais chances pra ele como a minha xará rica, acabou pra mim! - ele parece que percebeu porque anda novamente me cortejando sem pudores como sempre fez e parece ter uma alegria novamente nos lábios.
Esse é o tipo de fã mais insuportável que existe, muito parecido com o Mark Chapman: só está feliz quando seu ídolo está morto.
Toda as frescurinhas deles, toda a pressão que sofro me deixam com muita raiva dele, porque ele nunca se toca, se falo a verdade pra ele (e eu sempre deixo bem claro que não tem vez mesmo) ele fica com raiva, birrinha de criança! Como me irrita!
Quando me encontra conversa comigo bem junto, quase querendo me beijar se estamos sentados do lado no metrô... é um saliente imbecil que só ganha cada vez mais minha revolta por não perceber que se quer estar perto de mim é só como amigo, não rola!
E nunca vai rolar porque se fosse pra acontecer algo, ele já estragou.

quarta-feira, maio 24, 2006

Capítulo 19: How Soon Is Now?

Balada sempre me faz lembrar dessa música...

Porque muita gente - e eu mesma, quando era mais nova - acha que a balada é que vai nos "salvar". A balada é o engodo dos que estão carentes...
O carente que consegue tirar de letra que foi só usado e usou e depois disso fica bem, é um mestre. O que não consegue separar isso, se apega à pessoa, sofre - e muito.
É como se fosse um teste de Darwin: só os "fortes" (frios, cafajestes, cachorras, dissmilados/as - ou o nome que você quiser dar, como desencanado/a, muderrno/a etc) sobrevivem...

A balada é boa se você não está só - quero dizer, com um acompanhante que esteja afim de você - e se não está carente. Se você está bem e melhor ainda, bem acompanhada/o a música dos Smiths não fará sentido.
Outros tentam não ouvir a música dentro deles, bebem até cair para "afogar as mágoas", cada um usa a fuga que achar melhor...

(prestem atenção se eu não estou certa - parte em negrito)

How Soon is Now
Lyrics by Stephen Morrissey
Music by Johnny Marr
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Of nothing in particular

You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does

I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Oh, of nothing in particular

You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does

There's a club, if you'd like to go
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die


When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See I've already waited too long
And all my hope is gone

You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does

terça-feira, janeiro 03, 2006

Capítulo 15: Sou legal! Não estou te dando mole!

Existe no Orkut (sempre ele) uma comunidade com esse nome.
E tem até uma contra ela (legal o kct, tá dando mole sim!).

O interessante é que todo mundo passa por isso... pela primeira situação.
Fiquei pensando que a segunda comunidade foi criada por gente que, com toda a certeza, confundiu as coisas.
Claro, claro, sempre tem aqueles que fingem que estão dando mole, se exibindo pra pessoa e depois dizem "não, imagina! você pensou isso de mim? não!" só pra fazer um joginho sujo com os outros...

Eu me considero muito sem malícia nessas coisas, já passei por essa da pessoa achar que eu estou dando mole quando só queria ajudar, ser gentil... e é claro que tem gente que força a barra pra achar que você está dando mole mesmo... coisa que não fiz e nem percebi que a pessoa poderia me interpretar mal...

Situação 1:
estava trabalhando num lugar, faz bastante tempo, era estagiária e trabalha com pessoas importantes que precisavam ser bem atendidas - não que não se atenda bem em outros lugares, mas sabe aquela coisa de ter que perguntar se a pessoa quer um café, uma água? era assim - bem, já estava acostumada a atender a todos assim. Um dia, eu dei um deslize e chamei um senhor de 'você', ele foi estúpido comigo por causa disso... então, não podia cometer gafes como essa.
Sendo assim, um cara ligado a um dos bambambans foi até lá para resolver algumas coisas e claro que não poderia atendê-lo "menos" que os outros, poderia ir contar pro bambambam que ele estava ligado e ajudei no que ele precisou, ofereci café, tudo numa boa, apenas fui atenciosa e no final o cara estava se achando - e olha que o cara era feio pra caramba rsss - e perguntou o que eu faria no sábado (era uma sexta). Na hora eu fiquei meio sem jeito e surpresa com o descaramento do cara e falei que tinha um almoço pra ir (realmente eu tinha). E ele "ah, claro, todo mundo já tem planos pro fim de semana, deve ser a família do seu namorado, né?" e eu "É, exatamente". Aí o cara ficou na dele, mas com aquela cara de "fica dando bola e depois sai fora?"
Fiquei irritada com isso porque isso não é só a pessoa forçar a barra achando que você está dando mole, mas também ser um cara machista que acha que mulher que serve bem está ali de capacho pra ele e desesperada pra pegar um...
Homens, sempre se acham grande coisa...

Situação 2:
Um amigo, isso faz uns 3 anos, veio de longe passar uns dias aqui, conhecer a cidade e tal, ele ficaria tipo uma semana e daria pra conhecer bastante a cidade.
Concordei em ser sua guia já que trabalhava poucos dias da semana - ou era época de férias? não lembro - e fui mostrar locais como a Bienal, Masp, Museu do Ipiranga, gosto desses lugares e achei legal ir, mostrar minha cidade e bater papo com uma pessoa que eu conversava sempre.
Nunca ele me jogou uma indireta de que tinha algum interesse em mim, ainda mais porque ele era apaixonado por uma menina da cidade dele.
Lembro até de ter dito pra ele que "nasceu de 1980 pra lá, eu tô fora" (ele nasceu em 82 ou 83), era uma alusão a um carinha que tinha dado em cima de mim numa balada e que estava com o rg falsificado pra ter 18 anos rsss
Como gosto de passear, não via problema em ir nesses lugares com ele e tal, como eu disse, ele não jogava nenhuma indireta e eu só o via/vejo como amigo, praticamente um irmão rsss não sentia absolutamente nada "a mais" por ele.
Até que no último dia que nos encontramos, quando eu estava me despedindo no metrô, ele quis ficar comigo... me espantei, não esperava por aquilo, disso um "não" seco e fui embora... imagina... o cara não joga uma indireta, achei até nada cavalheiro e quer ficar comigo na catraca do metrô na hora do rush? era demais pra minha cabeça...
Era como se eu tivesse sido traida, como se a amizade que ele tinha por mim fosse só pra conseguir alguma vantagem... me senti mal com isso principalmente pelo fato dele nunca se mostrar interessado em outra coisa que não fosse conversar e conhecer a cidade.
Eu o achei tão anti-cavalheiro que não poderia imaginar que ele tivesse algum interesse em mim: ele entrava primeiro que eu no ônibus ou em qualquer outro lugar, pedia as coisas só pra ele num restaurante ou lanchonete. Tanto que eu não esqueço uma vez que o atenderam, trouxeram o que ele pediu e não me atendiam... fiquei uns 20 minutos tentando pedir, já estava até desistindo (acho que não me serviram pensando que ele tinha pedido pra mim também rss) e ele comeu todo o lanche dele na maior voracidade enquanto eu esperava pra ser atendida... achei aquilo de um total egoísmo que nunca poderia pensar que ele pudesse querer algo mais comigo...
O engraçado é que quis, depois mandei um e-mail pra ele pra ele não ficar zangado e que fiquei surpresa, ele pediu pra eu esquecer e continuamos amigos, até serviu de cupido no caso "mr. Big" e foi se afastando de mim, praticamente nem nos falamos mais.
Depois de muito pensar, não acho que foi porque ele achou que eu dei mole, acredito que ele queria um "prêmio" por cada lugar que passasse, ele iria depois a outras cidades e queria se dar bem. Uma estratégia perigosa para se usar com uma amiga.

Situação 3:
A situação 3 é o resumo de tudo que sempre acontece, você é amissíma do cara e ele começa a achar que você está confundindo as coisas. Os homens são sempre muito pretenciosos, sempre acham que quando você é uma amiga para toda hora, que dá presentes de aniversário está afim dele.
Espero um dia ter toda essa super-egoconfiança que eles têm rsss
Só espero não me dar mal por isso rs
Na verdade, nem quero... isso é coisa de egocêntrico mesmo...

sábado, outubro 01, 2005

Capítulo 11: Nutrir ou ser Nutrido?

Uns amigos abriram uma comunidade sugestiva no Orkut: "Eu nutro uma esperança".

Aí tem a pergunta: "você nutre uma esperança por algo ou alguém" e outra: "você já deixou alguém nutrir uma esperança por você?"

Não tem como não se passar por essa situação, se você nunca nutriu uma esperança, você é uma pessoa feliz e não sabe!
Eu, e meu jeito meigo, nunca deixei que nutrissem por mim, quando percebo que a pessoa está interessada, e eu não, eu trato de deixar as coisas beeeem claras... corto logo, não gosto que nutram uma esperança por mim, prefiro que não tenham nenhuma rsss
O pior dessa "nutrição" toda é quando a pessoa te nutre, te dá esperança, por isso não dou esperança a ninguém.
E os homens são mestres em dar esperança, são fracos, não sabem dizer não ou quando o tipo é mau caráter, ele gosta de ver todas o bajulando - falta de auto-confiança também - adoram ser paparicados e preferem enganar várias ao mesmo tempo pra ter todas ali, babando por ele e escolher, quem sabe, uma que tirará o bilhete premiado -se é que pode ser prêmio ficar com um traste desses rss - ou mesmo só pra te deixar ali, na reserva, sabe?
O cara não tá interessado em você, mas ele sabe que você tá afim, então, ele não te descarta, deixa ali, fica de graça com você e vai ficando com outras, ele te guarda pra quando não tiver ninguém, porque ele poderá mostrar pros outros que ele não está sozinho, imagina! Tem você, ali, a terceira goleira! Finalmente jogando!

Não acho legal nutrir a esperança de ninguém, mas pode ser que eu possa ter me precipitado, mesmo assim, antes desse jeito.
Acho que nem sempre nutrimos porque queremos, falta confiança em si (como nos casos acima rsss). Às vezes, a pessoa nutre porque quer, mesmo sabendo que não dá, nutre porque tem vontade de nutrir, vontade de ter uma esperança no coração - carência ou vontade de viver algo platônico e colocar outro no pedestal...
Nutrição é mais complicado do que se imaginava rss

quinta-feira, julho 21, 2005

Capítulo 5: de Iludir ou de Ajudar?

Uma coisa que a gente nunca sabe o que fazer é isso... se está ajudando uma pessoa pra valer ou se a está ajudando a se iludir...
Nas amizades é muito comum - entre as mulheres - uma ficar dando força pra outra por causa de um cara que uma tá afim, mas até que ponto isso é bom?
Eu realmente fico chateada pra caramba depois que nada dá certo e fico "por que eu fui ouvir o que a fulana disse? fiquei me iludindo a toa!".
Porque, ás vezes, as pessoas, para te deixarem pra cima, ficam: "vai em frente! ele tá afim sim! faz isso, faz aquilo" e você só se afunda mais...
Sabe, tem horas que não tem jeito: você tem que iludir a outra pessoa, porque você percebe que ela não quer ouvir a verdade, eu odeio fazer isso, mas tem horas que você tem que deixar que a pessoa descubra por si.
Eu não gosto que me iludam e não gosto de iludir os outros, só que tem vezes que é inevitável - quando iludo os outros, me iludir, não! rsss (sou uma ditadora rss mas prefiriria que me dissesse: "desencana, Carrie, não é pro seu bico".

Sabem aquela coisa da amiga ficar horas e horas falando do cara e você tentando persuadí-la e nada? Pois é... aí é melhor deixar a pessoa ir quebrar a cara, já que seus conselhos não valem nem dez mil réis furados rsss
Só que me sinto mal de não poder dizer na cara: "pára com isso! se o cara não deu sinal de vida é porque ele nem lembra de você! esquece!".
Aì, a pessoa pode ficar com raiva de você, então, como diz o sábio: "cada um, cada um" (uauahaahhaaahahhahahahauauauauahahahha)
Eu preferiria que me dissessem assim do que ficarem no meu pé e dizendo "não desiste não, vai a luta, menina! ele tá afim, sim! (o que é sempre uma mentira... ou minhas amigas se iludem mais que eu rsss).

Só que me remói ter que ficar a favor quando sei que a causa é perdida, não quero ser chamada de pessimista, mas eu me tornei uma cética - mais que a Dana Scully... - seria o mesmo que acreditar em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa, mas o que não fazemos pelas amigas para que elas se sintam bem? mesmo que seja criar na cabecinha delas um castelo de areia... se vai ser feliz assim, vou fazer o quê?

Mas que fique claro: não dou os conselhos acima (vai lá que ele tá afim) só digo: "bem, se você acha que é o melhor isso, tenta" faço o possível pra não dar ilusão nenhuma... a pessoa que se iluda por sua conta... se ela cria castelos de areia, isso não é um trabalho meu (além do mais, não sou aquele cara lá deputado que fez o palace II), a pessoa se ilude com o cara e se ilude achando que eu estou dando um senhor apoio, que eu não dei, só não fico contra - porque não vão me ouvir mesmo...