Há algum tempo, numa conversa sobre relacionamentos, ouvi o seguinte da boca de um cara - amigo de uma amiga:
Eu quero me casar com uma mulher experiente, imagina casar com uma virgem! (não sei onde ele pensa encontrar uma...) A experiente já sabe o que quer, escolheu o que era melhor pra ela - se é que vocês me entendem... Vai estar com você porque você é o melhor! A virgem ia dar trabalho: ela vai ficar curiosa para saber como são os outros além de você...
Será que isso é realmente verdade? Será que eu sou mais Charlotte que Carrie?
No meu pensamento Charlottiano diria que isso não está ligado à fidelidade. Ninguém é fiel porque "não conhece os outros", você é fiel porque ama aquela pessoa e não precisa de outras, tem a ver com certeza. Certeza de que a escolha que fez - a única (como se fosse um "tiro no escuro" ou um "tiro certeiro", no caso da virgem) valeu a pena; ou que de todas as escolhas que se fez essa era a mais acertada... (para a experiente).
Certeza de se amar alguém e não acreditar que aparecerá outra pessoa...
Porque, mesmo a experiente pode encontrar outro e querer saber como é, e ainda pode pensar "esse eu não sei como é, acho que preciso conferir"... qualquer uma das duas pode dizer isso.
Agora, dizer que virgem vai querer procurar outro é a maior papagaiada da paróquia rsss Se era virgem é porque tinha uma convicção, uma certeza, como eu já disse.
Se essa certeza se desfizer, era porque o cara começou a olhar demais a vizinha ou admirava o dia todo o carro novo enquanto a mulher o esperava sem sucesso...
Quem pode dizer que ter experiência ou não é uma garantia de felicidade?
Quem garante que se possa satisfazer depois de várias tentativas?
Quem garante que uma única tentativa vai ser uma coisa ruim?
Quem garante que o amor possa ser sempre cerceado de alguma forma? Que há uma fórmula certa (casar com uma virgem - em 1950? rss - ou com uma cheia de experiência)?
O que garante a fidelidade? Preconceitos? Fórmulas?
Ou só o amor?
esse post é do meu "eu Charlotte" rss
Besteiras, futilidades, neuras de uma blogueira pobre que não tem dinheiro pra gastar com sapatos da Gucci, nem bolsas da Louis Vutton, não vai a festas maneiras e muito menos é citada na Vogue... ***Depois de tentar ser chique em Londres, estou de volta***
segunda-feira, agosto 21, 2006
domingo, julho 30, 2006
Eu continuo batendo na mesma tecla...
Por que cargas d'água as pessoas que você nem conhece direito, ao conversar com você e outras pessoas adora dizer:
"Ah, não gosto dele não, é feio que dói! Mas sabe usar o negocinho dele!!! é de ficar besta como estava perdendo tempo!!"
O que tenho com isso??? Ainda não entendi...
Se fosse minha xará rica, acharia algo para se comentar... quem sabe Carrie Rica diria que as pessoas precisam aparecer de qualquer forma, ou inventaria um conto sobre o assunto com Samantha contando isso... a diferença é que a Samantha é sua amiga e contaria mesmo... será que Samantha Jones é a personagem favorita de muitas mulheres que gostariam de fingir ser ela para todos que as encontram por aí?
Samantha é bem mais "na dela" rss
"Ah, não gosto dele não, é feio que dói! Mas sabe usar o negocinho dele!!! é de ficar besta como estava perdendo tempo!!"
O que tenho com isso??? Ainda não entendi...
Se fosse minha xará rica, acharia algo para se comentar... quem sabe Carrie Rica diria que as pessoas precisam aparecer de qualquer forma, ou inventaria um conto sobre o assunto com Samantha contando isso... a diferença é que a Samantha é sua amiga e contaria mesmo... será que Samantha Jones é a personagem favorita de muitas mulheres que gostariam de fingir ser ela para todos que as encontram por aí?
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quinta-feira, julho 20, 2006
quinta-feira, julho 13, 2006
Capítulo 20: do Medo
Sabe quando você tem medo? Mas muito medo de gostar de alguém e sofrer de novo?
Sabe quando você tem medo de acreditar na pessoa? E pensa "até que ponto isso pode ser verdade?" ou "até onde eu devo ir?", "até onde eu consigo me manter 'imune'?"
Eu penso demais... deveria apenas viver e deixar pra lá... deixar que o tempo se encarregue, mas eu sou uma medrosa, ansiosa, carente... é carente... isso é o que dificulta tudo... quando se é carente (ou se está carente? não sei onde me encaixo...) tudo se complica, ainda bem que eu tenho convicção de que sou assim, pior se achasse que não, que o problema são os outros...
Vivo em altos e baixos: confiar ou não confiar, deixar rolar ou encanar..., achar que é sério ou brincadeira (por que brincaria??) sei lá... eu penso demais... deve ser por isso que tenho blog rsss
Sabe quando você tem medo de acreditar na pessoa? E pensa "até que ponto isso pode ser verdade?" ou "até onde eu devo ir?", "até onde eu consigo me manter 'imune'?"
Eu penso demais... deveria apenas viver e deixar pra lá... deixar que o tempo se encarregue, mas eu sou uma medrosa, ansiosa, carente... é carente... isso é o que dificulta tudo... quando se é carente (ou se está carente? não sei onde me encaixo...) tudo se complica, ainda bem que eu tenho convicção de que sou assim, pior se achasse que não, que o problema são os outros...
Vivo em altos e baixos: confiar ou não confiar, deixar rolar ou encanar..., achar que é sério ou brincadeira (por que brincaria??) sei lá... eu penso demais... deve ser por isso que tenho blog rsss
sábado, junho 17, 2006
Quando você pensa que tem escolha...
Nos últimos tempos pensei que teria que escolher: ou um ou outro.
Ficava vendo qual dos dois se parecia mais comigo ou me atraia mais.
Um com gostos muito parecidos que os meus, mas muito mais baladeiro, boêmio e mais novo; o outro, mais velho, parecia mais seguro, mais carinhoso.
É aquela velha história, você não quer enganar ninguém e prefere ficar na sua até descobrir pra que lado ir.
Eles decidiram por mim: o mais novo não havia me dito que tinha uma namorada e que estava dando um tempo (dando tempo, pra mim, não quer dizer que acabaram) e, pelo jeito, estava carente e achando que eu seria a substituta nesse período e me "sondando" para saber se eu era a substituta perfeita, até que ele se acertasse de novo com a outra.
O outro parecia bem interessado e falando coisas bonitas, pensei até que tivesse bebido um pouco pra se soltar e falar o que sentia - já que parecia ser mais fechado quanto aos sentimentos. Só que depois ele pede desculpa, disse que abusou e falou o que não devia, ou seja, o que não era verdade, mas queria um pouco de carinho.
Eles decidiram por mim: nenhum dos dois.
E a vida segue...
Ficava vendo qual dos dois se parecia mais comigo ou me atraia mais.
Um com gostos muito parecidos que os meus, mas muito mais baladeiro, boêmio e mais novo; o outro, mais velho, parecia mais seguro, mais carinhoso.
É aquela velha história, você não quer enganar ninguém e prefere ficar na sua até descobrir pra que lado ir.
Eles decidiram por mim: o mais novo não havia me dito que tinha uma namorada e que estava dando um tempo (dando tempo, pra mim, não quer dizer que acabaram) e, pelo jeito, estava carente e achando que eu seria a substituta nesse período e me "sondando" para saber se eu era a substituta perfeita, até que ele se acertasse de novo com a outra.
O outro parecia bem interessado e falando coisas bonitas, pensei até que tivesse bebido um pouco pra se soltar e falar o que sentia - já que parecia ser mais fechado quanto aos sentimentos. Só que depois ele pede desculpa, disse que abusou e falou o que não devia, ou seja, o que não era verdade, mas queria um pouco de carinho.
Eles decidiram por mim: nenhum dos dois.
E a vida segue...
quarta-feira, maio 24, 2006
Capítulo 19: How Soon Is Now?
Balada sempre me faz lembrar dessa música...
Porque muita gente - e eu mesma, quando era mais nova - acha que a balada é que vai nos "salvar". A balada é o engodo dos que estão carentes...
O carente que consegue tirar de letra que foi só usado e usou e depois disso fica bem, é um mestre. O que não consegue separar isso, se apega à pessoa, sofre - e muito.
É como se fosse um teste de Darwin: só os "fortes" (frios, cafajestes, cachorras, dissmilados/as - ou o nome que você quiser dar, como desencanado/a, muderrno/a etc) sobrevivem...
A balada é boa se você não está só - quero dizer, com um acompanhante que esteja afim de você - e se não está carente. Se você está bem e melhor ainda, bem acompanhada/o a música dos Smiths não fará sentido.
Outros tentam não ouvir a música dentro deles, bebem até cair para "afogar as mágoas", cada um usa a fuga que achar melhor...
(prestem atenção se eu não estou certa - parte em negrito)
How Soon is Now
Lyrics by Stephen Morrissey
Music by Johnny Marr
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Of nothing in particular
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Oh, of nothing in particular
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
There's a club, if you'd like to go
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die
When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See I've already waited too long
And all my hope is gone
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
Porque muita gente - e eu mesma, quando era mais nova - acha que a balada é que vai nos "salvar". A balada é o engodo dos que estão carentes...
O carente que consegue tirar de letra que foi só usado e usou e depois disso fica bem, é um mestre. O que não consegue separar isso, se apega à pessoa, sofre - e muito.
É como se fosse um teste de Darwin: só os "fortes" (frios, cafajestes, cachorras, dissmilados/as - ou o nome que você quiser dar, como desencanado/a, muderrno/a etc) sobrevivem...
A balada é boa se você não está só - quero dizer, com um acompanhante que esteja afim de você - e se não está carente. Se você está bem e melhor ainda, bem acompanhada/o a música dos Smiths não fará sentido.
Outros tentam não ouvir a música dentro deles, bebem até cair para "afogar as mágoas", cada um usa a fuga que achar melhor...
(prestem atenção se eu não estou certa - parte em negrito)
How Soon is Now
Lyrics by Stephen Morrissey
Music by Johnny Marr
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Of nothing in particular
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
I am the son
And the heir
Of a shyness that is criminally vulgar
I am the son and heir
Oh, of nothing in particular
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
There's a club, if you'd like to go
You could meet somebody who really loves you
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die
When you say it's gonna happen "now"
Well, when exactly do you mean ?
See I've already waited too long
And all my hope is gone
You shut your mouth
How can you say
I go about things the wrong way ?
I am Human and I need to be loved
Just like everybody else does
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sábado, abril 29, 2006
Seria esse um momento Miranda?
Ultimamente venho percebendo que aprendi muito com Mr. Big e Cia., aprendi a não levar a sério nenhum tipo de "gracinha", elogio ou coisa que o valha, que poderiam me deixar feliz e sonhadora, no melhor estilo Charlotte.
Não estou mal assim, é bom não se preocupar, ficar ansiosa; só ir levando, deixar que as coisas fluam sem esperar absolutamente nada. Nem um beijo no rosto. Eu disse NADA!
Como me disse uma amiga: os homens falam qualquer coisa para ser o centro da atenção, se lhe elogiam, sabem que você o irá elogiar, eles querem ficar sempre por cima. Não falam com o coração, só dizem por dizer, não é para se levar a sério, eles não levam. E quem se magoa é você, porque "sonhou" que algo estava acontecendo.
Melhor conselho impossível!
Estou seguindo à risca e por isso estou bem.
Não estou mal assim, é bom não se preocupar, ficar ansiosa; só ir levando, deixar que as coisas fluam sem esperar absolutamente nada. Nem um beijo no rosto. Eu disse NADA!
Como me disse uma amiga: os homens falam qualquer coisa para ser o centro da atenção, se lhe elogiam, sabem que você o irá elogiar, eles querem ficar sempre por cima. Não falam com o coração, só dizem por dizer, não é para se levar a sério, eles não levam. E quem se magoa é você, porque "sonhou" que algo estava acontecendo.
Melhor conselho impossível!
Estou seguindo à risca e por isso estou bem.
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segunda-feira, março 27, 2006
Capítulo 18: Pra não dizer que não falei das mulheres
Eu ando falando muito mais dos homens, não? Está tendo um desequilíbrio por aqui...
Então, vou lembrar das coisas que acho mais chatas e vulgares que as mulheres fazem e que já ouvi com os meus ouvidinhos que a terra irá um dia comer e passar mal...
Se preparem, lá vem as "pérolas mais escrotas das mulheres":
(para alegrar ao público masculino que aqui frequenta e a todas as mulheres que concordam que mulher quando quer ser vulgar é pior que o homem)
"Ah, querida! Eu passei a noite no Motel!!! Estou vindo agora pra aula sem ter passado em casa. Passei a noite no troooonco!!! rsss"
falatório de uma que acabara de chegar à aula e comentava isso quando perguntavámos se ela estava preparada para o seminário que teríamos que apresentar...
Frases de uma única fulana querendo se achar a poderosa durante uma festa na casa de uma amiga que temos em comum:
"Ele estava ali no corredor e a gente resolveu se divertir por ali mesmo, estava tarde, ninguém ia passar, aí ele ficou me chupando por ali mesmo."
"Ah, homem com p***o grande é meio ruim, sabe? Parece que chega no estômago."
Detalhe: ninguém perguntou nada pra ela, ela chegou contando... vulgaridade pouca é bobagem...
Essa eu vi no vídeo de casamento de uma amiga, a cena é a seguinte, o cinegrafista dá uma geral na Igreja enquanto o padre fala com os noivos e que cena vemos num canto da igreja, pertinho de uma pilastra? Uma das melhores amigas - dessa amiga que casava - se agarrando com o namorado ali, dentro da Igreja. O cinegrafista nem fez questão de registrar o amasso... angelical...
Então, vou lembrar das coisas que acho mais chatas e vulgares que as mulheres fazem e que já ouvi com os meus ouvidinhos que a terra irá um dia comer e passar mal...
Se preparem, lá vem as "pérolas mais escrotas das mulheres":
(para alegrar ao público masculino que aqui frequenta e a todas as mulheres que concordam que mulher quando quer ser vulgar é pior que o homem)
"Ah, querida! Eu passei a noite no Motel!!! Estou vindo agora pra aula sem ter passado em casa. Passei a noite no troooonco!!! rsss"
falatório de uma que acabara de chegar à aula e comentava isso quando perguntavámos se ela estava preparada para o seminário que teríamos que apresentar...
Frases de uma única fulana querendo se achar a poderosa durante uma festa na casa de uma amiga que temos em comum:
"Ele estava ali no corredor e a gente resolveu se divertir por ali mesmo, estava tarde, ninguém ia passar, aí ele ficou me chupando por ali mesmo."
"Ah, homem com p***o grande é meio ruim, sabe? Parece que chega no estômago."
Detalhe: ninguém perguntou nada pra ela, ela chegou contando... vulgaridade pouca é bobagem...
Essa eu vi no vídeo de casamento de uma amiga, a cena é a seguinte, o cinegrafista dá uma geral na Igreja enquanto o padre fala com os noivos e que cena vemos num canto da igreja, pertinho de uma pilastra? Uma das melhores amigas - dessa amiga que casava - se agarrando com o namorado ali, dentro da Igreja. O cinegrafista nem fez questão de registrar o amasso... angelical...
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domingo, fevereiro 26, 2006
Capítulo 17: Quando os Homens Conseguem se Superar em Escrotice...
Já havia ouvido algumas vezes, principalmente no ônibus que pegava pra facul, os caras comentarem sobre mulheres e das formas mais nojentas que poderia imaginar, coisas como "ah, fulana mora sozinha, (ela)é fácil!" e baboseira de um bando de moleques que estavam com os hormônios transbordando - além do machismo.
Só que ouvir isso sem ser uma rodinha de homens e você (mulher) ouvir apenas "sem querer" se torna ainda mais degradante (deveria ser pra ele).
Não sei porque um homem acha legal falar sobre seus relacionamentos anteriores com tanto desprezo - minha teoria é de que ele é quem está magoado e se faz de forte.
Mas ouvir coisas pelas quais ninguém tem interesse - ou não deveriam interessar a ninguém além dele - é desconfortável, pelo menos pra mim...
Um cara novo que veio trabalhar no mesmo lugar que eu, em 15 dias já se mostrou a que veio, numa conversa com outra mulher que trabalha por lá já disse que mora sozinho, mas sempre tem "uma doida" para morar com ele e fica lá falando "agora eu não quero mais, quero ficar sozinho, isso que é bom!" e diz que morou com várias, que tem dois filhos, até aí, normal se tivesse algum propósito ficar fazendo propaganda da sua própria vida...
Em outro dia, uma sobrinha de um casal que trabalha lá - e ela já trabalhou por lá também - começa a falar do chifre que levou do noivo (porque ela também resolveu contar de sua vida pessoal, eu não sei, peguei a conversa na metade).
Daí o nosso amigo resolve dar seus conselhos, de que homem não pensa com o coração como a mulher, pensa com a cabeça e a moça completa "com a debaixo, né?". Ele concorda e começa a discorrer que relacionamento é perda de tempo. Que ele estava louco para ficar com uma garota "gatinha, linda", mas estava namorando e depois terminou e aí? Poderia ter ficado com a outra também. Outro cara - comprometido - resolveu dar seu pitaco "mas tem tantas coisas que deixamos de fazer, não é só isso, não é só isso que vale". E o cara "mas a menina era gata de tudo! teria ficado com ela, agora não tenho nenhuma".
Até aí, parecem coisas bobas, mas o que eu achei mais chato foi isso quando falava que o homem pensa com a outra cabeça:
"ah, é só sexo, o momento, no outro dia você nem quer olhar para a fulana, tem ódio dela estar ali ainda, de não ter ido embora, não é remorso, é que era só na hora, depois, nada feito. Remorso é coisa de Igreja, que você coloca na cabeça, eu não...".
Ou: "conheci uma maluca aí na balada, convidei ela pra ir lá em casa, quando chegamos lá ela ficou se fazendo de difícil e eu disse 'você queria o quê?' depois ela acabou aceitando... hunf, não entendo essas doidas"...
Parece tudo super normal pra muita gente, mas eu só fico pensando numa coisa: eu e ninguém ali temos nada a ver com a vida dele, não tinha o mínimo interesse em saber de nada. Não achei que ele se mostrou o "macho man" com isso, para mim, só mostrou que é muito escroto e o bom é que é um escroto/tosco assumido.
Pelo menos eu já sei que devo atravessar a rua quando o encontrar no mesmo lado da calçada (uahahahahahha peguei pesado ahahhhaahha)
Só que ouvir isso sem ser uma rodinha de homens e você (mulher) ouvir apenas "sem querer" se torna ainda mais degradante (deveria ser pra ele).
Não sei porque um homem acha legal falar sobre seus relacionamentos anteriores com tanto desprezo - minha teoria é de que ele é quem está magoado e se faz de forte.
Mas ouvir coisas pelas quais ninguém tem interesse - ou não deveriam interessar a ninguém além dele - é desconfortável, pelo menos pra mim...
Um cara novo que veio trabalhar no mesmo lugar que eu, em 15 dias já se mostrou a que veio, numa conversa com outra mulher que trabalha por lá já disse que mora sozinho, mas sempre tem "uma doida" para morar com ele e fica lá falando "agora eu não quero mais, quero ficar sozinho, isso que é bom!" e diz que morou com várias, que tem dois filhos, até aí, normal se tivesse algum propósito ficar fazendo propaganda da sua própria vida...
Em outro dia, uma sobrinha de um casal que trabalha lá - e ela já trabalhou por lá também - começa a falar do chifre que levou do noivo (porque ela também resolveu contar de sua vida pessoal, eu não sei, peguei a conversa na metade).
Daí o nosso amigo resolve dar seus conselhos, de que homem não pensa com o coração como a mulher, pensa com a cabeça e a moça completa "com a debaixo, né?". Ele concorda e começa a discorrer que relacionamento é perda de tempo. Que ele estava louco para ficar com uma garota "gatinha, linda", mas estava namorando e depois terminou e aí? Poderia ter ficado com a outra também. Outro cara - comprometido - resolveu dar seu pitaco "mas tem tantas coisas que deixamos de fazer, não é só isso, não é só isso que vale". E o cara "mas a menina era gata de tudo! teria ficado com ela, agora não tenho nenhuma".
Até aí, parecem coisas bobas, mas o que eu achei mais chato foi isso quando falava que o homem pensa com a outra cabeça:
"ah, é só sexo, o momento, no outro dia você nem quer olhar para a fulana, tem ódio dela estar ali ainda, de não ter ido embora, não é remorso, é que era só na hora, depois, nada feito. Remorso é coisa de Igreja, que você coloca na cabeça, eu não...".
Ou: "conheci uma maluca aí na balada, convidei ela pra ir lá em casa, quando chegamos lá ela ficou se fazendo de difícil e eu disse 'você queria o quê?' depois ela acabou aceitando... hunf, não entendo essas doidas"...
Parece tudo super normal pra muita gente, mas eu só fico pensando numa coisa: eu e ninguém ali temos nada a ver com a vida dele, não tinha o mínimo interesse em saber de nada. Não achei que ele se mostrou o "macho man" com isso, para mim, só mostrou que é muito escroto e o bom é que é um escroto/tosco assumido.
Pelo menos eu já sei que devo atravessar a rua quando o encontrar no mesmo lado da calçada (uahahahahahha peguei pesado ahahhhaahha)
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quarta-feira, fevereiro 15, 2006
Capítulo 16: Menos Pudor ou Mais Madura?
Andei pensando sobre como vejo os homens hoje e como os via quando era adolescente.
É engraçado que eu sempre tive não sei se pudor, vergonha, desconhecimento (? rss) quanto a eles, só sei que era uma coisa mais *romântica*, uma visão mais platônica, mais *mundo das idéias* (rsss para ficar em Platão mesmo rss), era uma coisa mais de sentir no coração, vamos dizer assim.
Hoje, consigo os ver, depois de tantos milênios, como *homens*, homens mesmo, de carne e osso. Não me importo em falar que acho lindo um bumbum (mas ainda escrevo com certo pudor heheehhehe), coisa que eu acharia, há uns 15 anos, por exemplo, impensável: era só o rosto ou o conjunto da obra. Claro que garotas da minha idade na época conseguiam ver tudo isso que eu não via.
Sempre fui uma garota reprimida, mas acho que, com o passar do tempo, você vê que toda aquela vergonha de falar de certas coisas, ou pensar tais coisas - estamos falando de sexo? claro! até que enfim não é só no nome desse blog! rsss - não valem a pena. Não adiantou nada ficar reprimindo ou escondendo que se é de carne e osso, um dia os hormônios (ou a repressão? o guardar instintos, sentimentos?) explodem, cansam de serem ignorados.
Uma hora você descobre que é mulher e não tem volta.
Você vai sonhar com aqueles lábios lhe beijando - sonhar acordada.
Um dia você vai ver uma foto de um cara do cinema (Johnny Depp? rsss quem mais? rss) e pensar besteira (será que seria besteira mesmo? besteira é só pensar??)
Vai ver outros casais se beijando ardentemente e vai querer muito estar no lugar deles.
Um dia você tem que acordar e ver que você deseja e quer ser desejada.
E que não adiantou tudo o que fizeram para lhe *enclausurar*, para fazer de você mais uma mulher sem vontades, só feita para aceitar e se submeter...
Capítulo cabuloso esse...
Usei os ** porque não está funcionando as aspas aqui...
É engraçado que eu sempre tive não sei se pudor, vergonha, desconhecimento (? rss) quanto a eles, só sei que era uma coisa mais *romântica*, uma visão mais platônica, mais *mundo das idéias* (rsss para ficar em Platão mesmo rss), era uma coisa mais de sentir no coração, vamos dizer assim.
Hoje, consigo os ver, depois de tantos milênios, como *homens*, homens mesmo, de carne e osso. Não me importo em falar que acho lindo um bumbum (mas ainda escrevo com certo pudor heheehhehe), coisa que eu acharia, há uns 15 anos, por exemplo, impensável: era só o rosto ou o conjunto da obra. Claro que garotas da minha idade na época conseguiam ver tudo isso que eu não via.
Sempre fui uma garota reprimida, mas acho que, com o passar do tempo, você vê que toda aquela vergonha de falar de certas coisas, ou pensar tais coisas - estamos falando de sexo? claro! até que enfim não é só no nome desse blog! rsss - não valem a pena. Não adiantou nada ficar reprimindo ou escondendo que se é de carne e osso, um dia os hormônios (ou a repressão? o guardar instintos, sentimentos?) explodem, cansam de serem ignorados.
Uma hora você descobre que é mulher e não tem volta.
Você vai sonhar com aqueles lábios lhe beijando - sonhar acordada.
Um dia você vai ver uma foto de um cara do cinema (Johnny Depp? rsss quem mais? rss) e pensar besteira (será que seria besteira mesmo? besteira é só pensar??)
Vai ver outros casais se beijando ardentemente e vai querer muito estar no lugar deles.
Um dia você tem que acordar e ver que você deseja e quer ser desejada.
E que não adiantou tudo o que fizeram para lhe *enclausurar*, para fazer de você mais uma mulher sem vontades, só feita para aceitar e se submeter...
Capítulo cabuloso esse...
Usei os ** porque não está funcionando as aspas aqui...
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terça-feira, janeiro 17, 2006
terça-feira, janeiro 03, 2006
Capítulo 15: Sou legal! Não estou te dando mole!
Existe no Orkut (sempre ele) uma comunidade com esse nome.
E tem até uma contra ela (legal o kct, tá dando mole sim!).
O interessante é que todo mundo passa por isso... pela primeira situação.
Fiquei pensando que a segunda comunidade foi criada por gente que, com toda a certeza, confundiu as coisas.
Claro, claro, sempre tem aqueles que fingem que estão dando mole, se exibindo pra pessoa e depois dizem "não, imagina! você pensou isso de mim? não!" só pra fazer um joginho sujo com os outros...
Eu me considero muito sem malícia nessas coisas, já passei por essa da pessoa achar que eu estou dando mole quando só queria ajudar, ser gentil... e é claro que tem gente que força a barra pra achar que você está dando mole mesmo... coisa que não fiz e nem percebi que a pessoa poderia me interpretar mal...
Situação 1:
estava trabalhando num lugar, faz bastante tempo, era estagiária e trabalha com pessoas importantes que precisavam ser bem atendidas - não que não se atenda bem em outros lugares, mas sabe aquela coisa de ter que perguntar se a pessoa quer um café, uma água? era assim - bem, já estava acostumada a atender a todos assim. Um dia, eu dei um deslize e chamei um senhor de 'você', ele foi estúpido comigo por causa disso... então, não podia cometer gafes como essa.
Sendo assim, um cara ligado a um dos bambambans foi até lá para resolver algumas coisas e claro que não poderia atendê-lo "menos" que os outros, poderia ir contar pro bambambam que ele estava ligado e ajudei no que ele precisou, ofereci café, tudo numa boa, apenas fui atenciosa e no final o cara estava se achando - e olha que o cara era feio pra caramba rsss - e perguntou o que eu faria no sábado (era uma sexta). Na hora eu fiquei meio sem jeito e surpresa com o descaramento do cara e falei que tinha um almoço pra ir (realmente eu tinha). E ele "ah, claro, todo mundo já tem planos pro fim de semana, deve ser a família do seu namorado, né?" e eu "É, exatamente". Aí o cara ficou na dele, mas com aquela cara de "fica dando bola e depois sai fora?"
Fiquei irritada com isso porque isso não é só a pessoa forçar a barra achando que você está dando mole, mas também ser um cara machista que acha que mulher que serve bem está ali de capacho pra ele e desesperada pra pegar um...
Homens, sempre se acham grande coisa...
Situação 2:
Um amigo, isso faz uns 3 anos, veio de longe passar uns dias aqui, conhecer a cidade e tal, ele ficaria tipo uma semana e daria pra conhecer bastante a cidade.
Concordei em ser sua guia já que trabalhava poucos dias da semana - ou era época de férias? não lembro - e fui mostrar locais como a Bienal, Masp, Museu do Ipiranga, gosto desses lugares e achei legal ir, mostrar minha cidade e bater papo com uma pessoa que eu conversava sempre.
Nunca ele me jogou uma indireta de que tinha algum interesse em mim, ainda mais porque ele era apaixonado por uma menina da cidade dele.
Lembro até de ter dito pra ele que "nasceu de 1980 pra lá, eu tô fora" (ele nasceu em 82 ou 83), era uma alusão a um carinha que tinha dado em cima de mim numa balada e que estava com o rg falsificado pra ter 18 anos rsss
Como gosto de passear, não via problema em ir nesses lugares com ele e tal, como eu disse, ele não jogava nenhuma indireta e eu só o via/vejo como amigo, praticamente um irmão rsss não sentia absolutamente nada "a mais" por ele.
Até que no último dia que nos encontramos, quando eu estava me despedindo no metrô, ele quis ficar comigo... me espantei, não esperava por aquilo, disso um "não" seco e fui embora... imagina... o cara não joga uma indireta, achei até nada cavalheiro e quer ficar comigo na catraca do metrô na hora do rush? era demais pra minha cabeça...
Era como se eu tivesse sido traida, como se a amizade que ele tinha por mim fosse só pra conseguir alguma vantagem... me senti mal com isso principalmente pelo fato dele nunca se mostrar interessado em outra coisa que não fosse conversar e conhecer a cidade.
Eu o achei tão anti-cavalheiro que não poderia imaginar que ele tivesse algum interesse em mim: ele entrava primeiro que eu no ônibus ou em qualquer outro lugar, pedia as coisas só pra ele num restaurante ou lanchonete. Tanto que eu não esqueço uma vez que o atenderam, trouxeram o que ele pediu e não me atendiam... fiquei uns 20 minutos tentando pedir, já estava até desistindo (acho que não me serviram pensando que ele tinha pedido pra mim também rss) e ele comeu todo o lanche dele na maior voracidade enquanto eu esperava pra ser atendida... achei aquilo de um total egoísmo que nunca poderia pensar que ele pudesse querer algo mais comigo...
O engraçado é que quis, depois mandei um e-mail pra ele pra ele não ficar zangado e que fiquei surpresa, ele pediu pra eu esquecer e continuamos amigos, até serviu de cupido no caso "mr. Big" e foi se afastando de mim, praticamente nem nos falamos mais.
Depois de muito pensar, não acho que foi porque ele achou que eu dei mole, acredito que ele queria um "prêmio" por cada lugar que passasse, ele iria depois a outras cidades e queria se dar bem. Uma estratégia perigosa para se usar com uma amiga.
Situação 3:
A situação 3 é o resumo de tudo que sempre acontece, você é amissíma do cara e ele começa a achar que você está confundindo as coisas. Os homens são sempre muito pretenciosos, sempre acham que quando você é uma amiga para toda hora, que dá presentes de aniversário está afim dele.
Espero um dia ter toda essa super-egoconfiança que eles têm rsss
Só espero não me dar mal por isso rs
Na verdade, nem quero... isso é coisa de egocêntrico mesmo...
E tem até uma contra ela (legal o kct, tá dando mole sim!).
O interessante é que todo mundo passa por isso... pela primeira situação.
Fiquei pensando que a segunda comunidade foi criada por gente que, com toda a certeza, confundiu as coisas.
Claro, claro, sempre tem aqueles que fingem que estão dando mole, se exibindo pra pessoa e depois dizem "não, imagina! você pensou isso de mim? não!" só pra fazer um joginho sujo com os outros...
Eu me considero muito sem malícia nessas coisas, já passei por essa da pessoa achar que eu estou dando mole quando só queria ajudar, ser gentil... e é claro que tem gente que força a barra pra achar que você está dando mole mesmo... coisa que não fiz e nem percebi que a pessoa poderia me interpretar mal...
Situação 1:
estava trabalhando num lugar, faz bastante tempo, era estagiária e trabalha com pessoas importantes que precisavam ser bem atendidas - não que não se atenda bem em outros lugares, mas sabe aquela coisa de ter que perguntar se a pessoa quer um café, uma água? era assim - bem, já estava acostumada a atender a todos assim. Um dia, eu dei um deslize e chamei um senhor de 'você', ele foi estúpido comigo por causa disso... então, não podia cometer gafes como essa.
Sendo assim, um cara ligado a um dos bambambans foi até lá para resolver algumas coisas e claro que não poderia atendê-lo "menos" que os outros, poderia ir contar pro bambambam que ele estava ligado e ajudei no que ele precisou, ofereci café, tudo numa boa, apenas fui atenciosa e no final o cara estava se achando - e olha que o cara era feio pra caramba rsss - e perguntou o que eu faria no sábado (era uma sexta). Na hora eu fiquei meio sem jeito e surpresa com o descaramento do cara e falei que tinha um almoço pra ir (realmente eu tinha). E ele "ah, claro, todo mundo já tem planos pro fim de semana, deve ser a família do seu namorado, né?" e eu "É, exatamente". Aí o cara ficou na dele, mas com aquela cara de "fica dando bola e depois sai fora?"
Fiquei irritada com isso porque isso não é só a pessoa forçar a barra achando que você está dando mole, mas também ser um cara machista que acha que mulher que serve bem está ali de capacho pra ele e desesperada pra pegar um...
Homens, sempre se acham grande coisa...
Situação 2:
Um amigo, isso faz uns 3 anos, veio de longe passar uns dias aqui, conhecer a cidade e tal, ele ficaria tipo uma semana e daria pra conhecer bastante a cidade.
Concordei em ser sua guia já que trabalhava poucos dias da semana - ou era época de férias? não lembro - e fui mostrar locais como a Bienal, Masp, Museu do Ipiranga, gosto desses lugares e achei legal ir, mostrar minha cidade e bater papo com uma pessoa que eu conversava sempre.
Nunca ele me jogou uma indireta de que tinha algum interesse em mim, ainda mais porque ele era apaixonado por uma menina da cidade dele.
Lembro até de ter dito pra ele que "nasceu de 1980 pra lá, eu tô fora" (ele nasceu em 82 ou 83), era uma alusão a um carinha que tinha dado em cima de mim numa balada e que estava com o rg falsificado pra ter 18 anos rsss
Como gosto de passear, não via problema em ir nesses lugares com ele e tal, como eu disse, ele não jogava nenhuma indireta e eu só o via/vejo como amigo, praticamente um irmão rsss não sentia absolutamente nada "a mais" por ele.
Até que no último dia que nos encontramos, quando eu estava me despedindo no metrô, ele quis ficar comigo... me espantei, não esperava por aquilo, disso um "não" seco e fui embora... imagina... o cara não joga uma indireta, achei até nada cavalheiro e quer ficar comigo na catraca do metrô na hora do rush? era demais pra minha cabeça...
Era como se eu tivesse sido traida, como se a amizade que ele tinha por mim fosse só pra conseguir alguma vantagem... me senti mal com isso principalmente pelo fato dele nunca se mostrar interessado em outra coisa que não fosse conversar e conhecer a cidade.
Eu o achei tão anti-cavalheiro que não poderia imaginar que ele tivesse algum interesse em mim: ele entrava primeiro que eu no ônibus ou em qualquer outro lugar, pedia as coisas só pra ele num restaurante ou lanchonete. Tanto que eu não esqueço uma vez que o atenderam, trouxeram o que ele pediu e não me atendiam... fiquei uns 20 minutos tentando pedir, já estava até desistindo (acho que não me serviram pensando que ele tinha pedido pra mim também rss) e ele comeu todo o lanche dele na maior voracidade enquanto eu esperava pra ser atendida... achei aquilo de um total egoísmo que nunca poderia pensar que ele pudesse querer algo mais comigo...
O engraçado é que quis, depois mandei um e-mail pra ele pra ele não ficar zangado e que fiquei surpresa, ele pediu pra eu esquecer e continuamos amigos, até serviu de cupido no caso "mr. Big" e foi se afastando de mim, praticamente nem nos falamos mais.
Depois de muito pensar, não acho que foi porque ele achou que eu dei mole, acredito que ele queria um "prêmio" por cada lugar que passasse, ele iria depois a outras cidades e queria se dar bem. Uma estratégia perigosa para se usar com uma amiga.
Situação 3:
A situação 3 é o resumo de tudo que sempre acontece, você é amissíma do cara e ele começa a achar que você está confundindo as coisas. Os homens são sempre muito pretenciosos, sempre acham que quando você é uma amiga para toda hora, que dá presentes de aniversário está afim dele.
Espero um dia ter toda essa super-egoconfiança que eles têm rsss
Só espero não me dar mal por isso rs
Na verdade, nem quero... isso é coisa de egocêntrico mesmo...
sexta-feira, dezembro 16, 2005
Capítulo 14: Solteiras versus Casadas (1º round)
Eu não gosto de falar sobre minha vida pessoal para pessoas estranhas. Posso até falar no meu blog sobre isso, mas não cara a cara e descaradamente...
Trabalho com uma mulher que é uma mal amada literalmente: reclama do marido, fala que ele chega cansado em casa que faz tempo que ele não "comparece" e ela acha que ele tem outra... bem, se ele não trabalhasse numa ambulância de resgate e que ainda faz bicos para sustentá-la eu poderia desconfiar, mas uma pessoa que trabalha nesse ritmo e pelo que eu ouço de sua esposinha querida... não acho que a história seja assim...
Afinal, ela conta isso para TODO MUNDO! Todos que trabalham comigo sabem disso... ela não esconde de ninguém e ainda fala "eu não o trai, AINDA".
Isso, pra mim, quer dizer: "Tô facinho, quem se habilita?" (pra não dizer o português claro rsss)
Fora outras atitudes suspeitas... (ela dá em cima dos caras de lá...)
Parava a todos semana passada pra perguntar: "se sua mulher/seu marido chegasse em casa e dissesse que beijou outro/a e que foi bom o que você diria?"
Pergunta de quem está com a culpa no cartório ou prestes a ter culpa?
Bem, ela virou pra mim e fez a pergunta eu disse que comigo é tchau na hora...
E ela ainda me questionou:
"mas você acha certo uma pessoa beijar outra sem sentir nada, só pra ver no que dá??"
(um dos "entrevistados" respondeu assim)
E eu:
"Bem, eu sou solteira, sou livre, não devo satisfação a ninguém, não tenho compromisso com ninguém..."
Ela me olhou com cara de tristeza, ser solteira tem seus benefícios rsss
Fim do primeiro round! Carrie vence! U-hu!
Trabalho com uma mulher que é uma mal amada literalmente: reclama do marido, fala que ele chega cansado em casa que faz tempo que ele não "comparece" e ela acha que ele tem outra... bem, se ele não trabalhasse numa ambulância de resgate e que ainda faz bicos para sustentá-la eu poderia desconfiar, mas uma pessoa que trabalha nesse ritmo e pelo que eu ouço de sua esposinha querida... não acho que a história seja assim...
Afinal, ela conta isso para TODO MUNDO! Todos que trabalham comigo sabem disso... ela não esconde de ninguém e ainda fala "eu não o trai, AINDA".
Isso, pra mim, quer dizer: "Tô facinho, quem se habilita?" (pra não dizer o português claro rsss)
Fora outras atitudes suspeitas... (ela dá em cima dos caras de lá...)
Parava a todos semana passada pra perguntar: "se sua mulher/seu marido chegasse em casa e dissesse que beijou outro/a e que foi bom o que você diria?"
Pergunta de quem está com a culpa no cartório ou prestes a ter culpa?
Bem, ela virou pra mim e fez a pergunta eu disse que comigo é tchau na hora...
E ela ainda me questionou:
"mas você acha certo uma pessoa beijar outra sem sentir nada, só pra ver no que dá??"
(um dos "entrevistados" respondeu assim)
E eu:
"Bem, eu sou solteira, sou livre, não devo satisfação a ninguém, não tenho compromisso com ninguém..."
Ela me olhou com cara de tristeza, ser solteira tem seus benefícios rsss
Fim do primeiro round! Carrie vence! U-hu!
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terça-feira, novembro 29, 2005
Capítulo 13: Mr. Big
"Querido Diário, hoje aconteceu uma coisa incrível: uma coisa que queria muito que acontecesse há dois anos, aconteceu hoje!"
Nem tanto...
Desde o início: tenho alguns amigos que acabaram por se apaixonar via internet e me contaram, a única coisa que posso dizer (já que é coisa deles e não minha e não vou ficar aqui espalhando)é que eu sei como é! E finalmente outras pessoas sentem o que eu senti!É como se finalmente eu descobrisse que não tinha enlouquecido sozinha! rss
É uma coisa meio maluca isso. Admito!
Acredito que isso, pelo menos comigo, aconteceu por pura carência, carência brava e até um mal-estar que eu sentia comigo mesma, um pessimismo incrível. Eu acreditava que minha vida amorosa havia terminado: pronto! Nunca mais ninguém se interessaria por mim!
Até que por essas amizades pela net eu acabei entrando nessa, vamos dizer que foi um pouco recíproco, Mr. Big me paquerou talvez por pura brincadeira, por me achar interessante, mas sabia que a distância era absurda. Só que ele não puxou o freio de mão e eu bati feio na contramão...
Fiquei bem parecida com a minha xará de "Neviórque" (como diria a Hortência): insegura, chata, babona, pegajosa.
Eu queria muito ver mr.Big, estava numa outra fase, uma fase absurdamente desvairada, eu, vendo hoje, estava meio alucinada e desesperada rss talvez eu até esteja aqui falando besteira, mas, olhando pra trás, eu tenho vergonha do que falei, fiz e pensei até...
No final, pra encurtar, ele resolveu me acordar, eu não aceitei bem - nada bem, diga-se de passagem.
A verdade é que aquele papo abaixo de nutrição rolou com a gente: eu me nutria dessa fantasia e ele se nutria sabendo que eu estava na dele - não que isso fosse canalhice da parte dele, é uma coisa que a gente vai deixando rolar sem perceber que pode virar uma bola de neve (ele entraria no quesito "não saber dizer Não").
Até que ao me acordar eu fiquei meio sem saber o que fazer e ele também, aí eu abri o jogo total com ele e ele resolveu abriu total comigo. Foi a melhor coisa que fizemos, acabamos por ganhar uma confiança mútua um no outro pra, assim, continuarmos sendo amigos.
Claro que no começo isso não era nada simples pra mim, não, de jeito nenhum... mesmo sabendo que ele estava há quilômetros de distância.
A internet é mestre/a nisso, você se fecha para o mundo real ou não vê muita solução nele (como eu pensava sobre minha vida amorosa) e acaba brincando um jogo perigoso dentro dessa rede, com teias que te enlaçam bem.
Voltando ao hoje, depois de passados quase dois anos do tempo que eu fui acordada - eu não foi por um beijo - eu compreendi melhor as coisas, estou mais crítica, refleti muito sobre isso, sobre como tudo aconteceu e que nenhum dos dois teve culpa, só queríamos nos nutrir - mesmo que eu ache que eu passei dos limites da normalidade.
Ao encontrá-lo, percebi que as coisas poderiam ser diferentes (mas não foram), minha admiração por ele não diminuiu, mas sei que as coisas só aconteceriam se tudo fosse mais fácil,além de que se houvesse uma empatia mútua. Se a distância não estivesse no caminho não sei como seria, admito que eu tentaria, é claro, como disse, o admiro muito, tenho um carinho por ele. Só não sei se daria certo.
Como ele me disse há quase dois anos que "era preciso que ele me olhasse nos olhos" foi o que fizemos, mas o tempo passou, e nem por isso nos "abalamos". A vida não é a mesma para nenhum dos dois, não foi como fantasei tempos atrás, mas foi muito melhor: ganhamos os dois sendo maduros o suficiente para nos encontrarmos, tempos depois, e conseguirmos nos olhar nos olhos, conversar e rir juntos sem pensar e se envergonhar (pelo menos eu) das bobeiras adolescentes-temporãs (rss) - que ele sabe bem quais foram - que fiz, falei, escrevi (principalmente).
Agora bateu uma tristeza... sei lá porquê... acho que fui sincera demais...
A Carrie original, no final, ficou com o Mr.Big, mas ela era só uma persongem que no final "vive feliz para sempre", a vida da personagem terminou ali, mas eu, a Carrie Pobre, não sou personagem e mesmo sem Mr.Big, a vida continuou...
(tá na hora do Aidan passar por aqui... eu nem fumo mesmo, vai ficar mais fácil para ele rsss)
Nem tanto...
Desde o início: tenho alguns amigos que acabaram por se apaixonar via internet e me contaram, a única coisa que posso dizer (já que é coisa deles e não minha e não vou ficar aqui espalhando)é que eu sei como é! E finalmente outras pessoas sentem o que eu senti!É como se finalmente eu descobrisse que não tinha enlouquecido sozinha! rss
É uma coisa meio maluca isso. Admito!
Acredito que isso, pelo menos comigo, aconteceu por pura carência, carência brava e até um mal-estar que eu sentia comigo mesma, um pessimismo incrível. Eu acreditava que minha vida amorosa havia terminado: pronto! Nunca mais ninguém se interessaria por mim!
Até que por essas amizades pela net eu acabei entrando nessa, vamos dizer que foi um pouco recíproco, Mr. Big me paquerou talvez por pura brincadeira, por me achar interessante, mas sabia que a distância era absurda. Só que ele não puxou o freio de mão e eu bati feio na contramão...
Fiquei bem parecida com a minha xará de "Neviórque" (como diria a Hortência): insegura, chata, babona, pegajosa.
Eu queria muito ver mr.Big, estava numa outra fase, uma fase absurdamente desvairada, eu, vendo hoje, estava meio alucinada e desesperada rss talvez eu até esteja aqui falando besteira, mas, olhando pra trás, eu tenho vergonha do que falei, fiz e pensei até...
No final, pra encurtar, ele resolveu me acordar, eu não aceitei bem - nada bem, diga-se de passagem.
A verdade é que aquele papo abaixo de nutrição rolou com a gente: eu me nutria dessa fantasia e ele se nutria sabendo que eu estava na dele - não que isso fosse canalhice da parte dele, é uma coisa que a gente vai deixando rolar sem perceber que pode virar uma bola de neve (ele entraria no quesito "não saber dizer Não").
Até que ao me acordar eu fiquei meio sem saber o que fazer e ele também, aí eu abri o jogo total com ele e ele resolveu abriu total comigo. Foi a melhor coisa que fizemos, acabamos por ganhar uma confiança mútua um no outro pra, assim, continuarmos sendo amigos.
Claro que no começo isso não era nada simples pra mim, não, de jeito nenhum... mesmo sabendo que ele estava há quilômetros de distância.
A internet é mestre/a nisso, você se fecha para o mundo real ou não vê muita solução nele (como eu pensava sobre minha vida amorosa) e acaba brincando um jogo perigoso dentro dessa rede, com teias que te enlaçam bem.
Voltando ao hoje, depois de passados quase dois anos do tempo que eu fui acordada - eu não foi por um beijo - eu compreendi melhor as coisas, estou mais crítica, refleti muito sobre isso, sobre como tudo aconteceu e que nenhum dos dois teve culpa, só queríamos nos nutrir - mesmo que eu ache que eu passei dos limites da normalidade.
Ao encontrá-lo, percebi que as coisas poderiam ser diferentes (mas não foram), minha admiração por ele não diminuiu, mas sei que as coisas só aconteceriam se tudo fosse mais fácil,além de que se houvesse uma empatia mútua. Se a distância não estivesse no caminho não sei como seria, admito que eu tentaria, é claro, como disse, o admiro muito, tenho um carinho por ele. Só não sei se daria certo.
Como ele me disse há quase dois anos que "era preciso que ele me olhasse nos olhos" foi o que fizemos, mas o tempo passou, e nem por isso nos "abalamos". A vida não é a mesma para nenhum dos dois, não foi como fantasei tempos atrás, mas foi muito melhor: ganhamos os dois sendo maduros o suficiente para nos encontrarmos, tempos depois, e conseguirmos nos olhar nos olhos, conversar e rir juntos sem pensar e se envergonhar (pelo menos eu) das bobeiras adolescentes-temporãs (rss) - que ele sabe bem quais foram - que fiz, falei, escrevi (principalmente).
Agora bateu uma tristeza... sei lá porquê... acho que fui sincera demais...
A Carrie original, no final, ficou com o Mr.Big, mas ela era só uma persongem que no final "vive feliz para sempre", a vida da personagem terminou ali, mas eu, a Carrie Pobre, não sou personagem e mesmo sem Mr.Big, a vida continuou...
(tá na hora do Aidan passar por aqui... eu nem fumo mesmo, vai ficar mais fácil para ele rsss)
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terça-feira, novembro 22, 2005
Futilidades de Carrie e a pergunta que não quer calar...
Como a minha xará eu também sou fútil!
Cortei o cabelo! Não totalmente curto, ficou legal...
Decidi usar um daqueles cremes pra evitar rugas e marcas de expressão... a idade chega e você fica paranóica...
Depois de 4 meses que não via uma figura, ela chega pra mim e já perguta:
"E aí? Tá namorando? Ainda não??"
Por quê, meu Deus? Por que todo mundo quer saber disso????
Cortei o cabelo! Não totalmente curto, ficou legal...
Decidi usar um daqueles cremes pra evitar rugas e marcas de expressão... a idade chega e você fica paranóica...
Depois de 4 meses que não via uma figura, ela chega pra mim e já perguta:
"E aí? Tá namorando? Ainda não??"
Por quê, meu Deus? Por que todo mundo quer saber disso????
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quarta-feira, novembro 09, 2005
Capítulo 12: Falta de Fé
Há cerca de uns dois anos eu reclamava com uma moça sobre um fim de relacionamento e que tudo foi péssimo, fiquei péssima, me sentia horrível, fiquei mal pra caramba. Achava que minha vida acabava ali, porque eu não conseguia me imaginar longe da tal pessoa.
Não entrava na minha cabeça como poderia ser isso! Como ele não queria mais nada?? E tudo que disse e tal??? Estava angustiada, ansiosa, chorosa, malzona...
E conversando com essa moça ela me consolou, me disse que não era assim, que tudo tem seu tempo, que se acabou é porque não era o certo a gente ficar junto. Algo bom, no final das contas iria acontecer comigo depois, que não era a pessoa certa pra mim, tudo tem um motivo.
E ela me disse "Veja eu, eu não desanimo, um dia, a pessoa certa aparece!". E disse-me que tinha quarenta anos - não parece de jeito nenhum!
E eu estava tão pessimista que fiquei pensando "será? para ela é muito mais difícil..."
Passado esse tempo, encontrei com ela faz coisa de alguns meses e uma outra senhora veio cumprimentá-la enquanto eu conversava com ela e a felicitou pelo namoro.
Aí caiu minha ficha!!!!!!!
Quem não se deixa abalar e segue confiante, sem pressa, sem cobranças, sem ligar pelo o que os outros pensam - ou mesmo que ligue um pouco, mas deixa pra lá - e segue na sua fé que tudo vai ser o que lhe cabe, não teme.
Sabe que tudo é uma questão de saber aprender com as quedas... mesmo que o tombo tenha sido dado por outros rsss
Não que eu já tenha chegado a esse estágio, mas que eu aprendi uma lição com ela, aprendi...
Não entrava na minha cabeça como poderia ser isso! Como ele não queria mais nada?? E tudo que disse e tal??? Estava angustiada, ansiosa, chorosa, malzona...
E conversando com essa moça ela me consolou, me disse que não era assim, que tudo tem seu tempo, que se acabou é porque não era o certo a gente ficar junto. Algo bom, no final das contas iria acontecer comigo depois, que não era a pessoa certa pra mim, tudo tem um motivo.
E ela me disse "Veja eu, eu não desanimo, um dia, a pessoa certa aparece!". E disse-me que tinha quarenta anos - não parece de jeito nenhum!
E eu estava tão pessimista que fiquei pensando "será? para ela é muito mais difícil..."
Passado esse tempo, encontrei com ela faz coisa de alguns meses e uma outra senhora veio cumprimentá-la enquanto eu conversava com ela e a felicitou pelo namoro.
Aí caiu minha ficha!!!!!!!
Quem não se deixa abalar e segue confiante, sem pressa, sem cobranças, sem ligar pelo o que os outros pensam - ou mesmo que ligue um pouco, mas deixa pra lá - e segue na sua fé que tudo vai ser o que lhe cabe, não teme.
Sabe que tudo é uma questão de saber aprender com as quedas... mesmo que o tombo tenha sido dado por outros rsss
Não que eu já tenha chegado a esse estágio, mas que eu aprendi uma lição com ela, aprendi...
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terça-feira, outubro 18, 2005
Frase para Reflexão
Frase de um e-mail que recebi há um tempo atrás:
"CUIDE DE SUA SAÚDE PORQUE DA SUA VIDA TODO CUIDA!"
Principalmente se você passou dos 25 e estiver solteira...
"CUIDE DE SUA SAÚDE PORQUE DA SUA VIDA TODO CUIDA!"
Principalmente se você passou dos 25 e estiver solteira...
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sábado, outubro 01, 2005
Capítulo 11: Nutrir ou ser Nutrido?
Uns amigos abriram uma comunidade sugestiva no Orkut: "Eu nutro uma esperança".
Aí tem a pergunta: "você nutre uma esperança por algo ou alguém" e outra: "você já deixou alguém nutrir uma esperança por você?"
Não tem como não se passar por essa situação, se você nunca nutriu uma esperança, você é uma pessoa feliz e não sabe!
Eu, e meu jeito meigo, nunca deixei que nutrissem por mim, quando percebo que a pessoa está interessada, e eu não, eu trato de deixar as coisas beeeem claras... corto logo, não gosto que nutram uma esperança por mim, prefiro que não tenham nenhuma rsss
O pior dessa "nutrição" toda é quando a pessoa te nutre, te dá esperança, por isso não dou esperança a ninguém.
E os homens são mestres em dar esperança, são fracos, não sabem dizer não ou quando o tipo é mau caráter, ele gosta de ver todas o bajulando - falta de auto-confiança também - adoram ser paparicados e preferem enganar várias ao mesmo tempo pra ter todas ali, babando por ele e escolher, quem sabe, uma que tirará o bilhete premiado -se é que pode ser prêmio ficar com um traste desses rss - ou mesmo só pra te deixar ali, na reserva, sabe?
O cara não tá interessado em você, mas ele sabe que você tá afim, então, ele não te descarta, deixa ali, fica de graça com você e vai ficando com outras, ele te guarda pra quando não tiver ninguém, porque ele poderá mostrar pros outros que ele não está sozinho, imagina! Tem você, ali, a terceira goleira! Finalmente jogando!
Não acho legal nutrir a esperança de ninguém, mas pode ser que eu possa ter me precipitado, mesmo assim, antes desse jeito.
Acho que nem sempre nutrimos porque queremos, falta confiança em si (como nos casos acima rsss). Às vezes, a pessoa nutre porque quer, mesmo sabendo que não dá, nutre porque tem vontade de nutrir, vontade de ter uma esperança no coração - carência ou vontade de viver algo platônico e colocar outro no pedestal...
Nutrição é mais complicado do que se imaginava rss
Aí tem a pergunta: "você nutre uma esperança por algo ou alguém" e outra: "você já deixou alguém nutrir uma esperança por você?"
Não tem como não se passar por essa situação, se você nunca nutriu uma esperança, você é uma pessoa feliz e não sabe!
Eu, e meu jeito meigo, nunca deixei que nutrissem por mim, quando percebo que a pessoa está interessada, e eu não, eu trato de deixar as coisas beeeem claras... corto logo, não gosto que nutram uma esperança por mim, prefiro que não tenham nenhuma rsss
O pior dessa "nutrição" toda é quando a pessoa te nutre, te dá esperança, por isso não dou esperança a ninguém.
E os homens são mestres em dar esperança, são fracos, não sabem dizer não ou quando o tipo é mau caráter, ele gosta de ver todas o bajulando - falta de auto-confiança também - adoram ser paparicados e preferem enganar várias ao mesmo tempo pra ter todas ali, babando por ele e escolher, quem sabe, uma que tirará o bilhete premiado -se é que pode ser prêmio ficar com um traste desses rss - ou mesmo só pra te deixar ali, na reserva, sabe?
O cara não tá interessado em você, mas ele sabe que você tá afim, então, ele não te descarta, deixa ali, fica de graça com você e vai ficando com outras, ele te guarda pra quando não tiver ninguém, porque ele poderá mostrar pros outros que ele não está sozinho, imagina! Tem você, ali, a terceira goleira! Finalmente jogando!
Não acho legal nutrir a esperança de ninguém, mas pode ser que eu possa ter me precipitado, mesmo assim, antes desse jeito.
Acho que nem sempre nutrimos porque queremos, falta confiança em si (como nos casos acima rsss). Às vezes, a pessoa nutre porque quer, mesmo sabendo que não dá, nutre porque tem vontade de nutrir, vontade de ter uma esperança no coração - carência ou vontade de viver algo platônico e colocar outro no pedestal...
Nutrição é mais complicado do que se imaginava rss
domingo, setembro 11, 2005
Capítulo 10: Da Disputa Calada entre Mães
Engraçado isso...
É uma coisa igual sociedade secreta: existe, mas você não sabe, ou dá a mínima pra saber...
Sempre a mãe de uma menina que estudava comigo perguntava de mim pra minha mãe. Minha mãe até ficava de saco cheio, falava "é incrível! toda vez ela quer saber de você, nem pergunta mais nada!"
Até que ontem a tal senhora venceu a luta, perguntou de mim pra minha mãe e depois de ouvir um "está bem" sem mais nada disse que a filha dela está grávida e deve casar em dezembro.
A mulher emendou:
"Ah, ela tá com 30 e então decidiu que era hora de ter filho, estava passando da hora, mas eles devem casar em dezembro"
Traduzindo: "o cara estava enrolando e ela resolveu dar o golpe da barriga, sabe como é, 30 anos e nada de casar não dá! Tem mais que enbarrigar pra encurralar o cara"
Só falo isso porque conheço bem a menina: estudei 6 anos com ela: era o tipo q roubava o namorado das outras, fazia futrica pra namoros terminarem e ela entrar em cena, sempre queria o namorado de alguém ou queria tirar a menina do páreo só por prazer.
Agora, pra casar teve que ir pro golpe da barriga e mãe falar de boca cheia pra minha que a filha "passou na frente" - pra ela é isso, mas eu não estou nessa onda.
Não acho que prender alguém com filho seja a coisa certa, nem prender de qualquer forma a pessoa tem que querer estar com você por vontade própria.
E depois, casar pra "tapar a boca das vizinhas" antes da barriga aparecer, nem sempre é sinal que o casamento vai até o final. Acho que casar, sem pressão é o melhor, porque você tem que conviver bem com essa pessoa para saber como é, antes de colocar filho no meio, é como queimar etapa - pra mim.
Virei pra minha mãe e disse: agora, ela não pergunta mais de mim pra vc, a filha dela ganhou a disputa, ganhou um filho nos braços.
Minha mãe ria porque não concorda com essa exibição por uma barriga como prêmio.
É uma coisa igual sociedade secreta: existe, mas você não sabe, ou dá a mínima pra saber...
Sempre a mãe de uma menina que estudava comigo perguntava de mim pra minha mãe. Minha mãe até ficava de saco cheio, falava "é incrível! toda vez ela quer saber de você, nem pergunta mais nada!"
Até que ontem a tal senhora venceu a luta, perguntou de mim pra minha mãe e depois de ouvir um "está bem" sem mais nada disse que a filha dela está grávida e deve casar em dezembro.
A mulher emendou:
"Ah, ela tá com 30 e então decidiu que era hora de ter filho, estava passando da hora, mas eles devem casar em dezembro"
Traduzindo: "o cara estava enrolando e ela resolveu dar o golpe da barriga, sabe como é, 30 anos e nada de casar não dá! Tem mais que enbarrigar pra encurralar o cara"
Só falo isso porque conheço bem a menina: estudei 6 anos com ela: era o tipo q roubava o namorado das outras, fazia futrica pra namoros terminarem e ela entrar em cena, sempre queria o namorado de alguém ou queria tirar a menina do páreo só por prazer.
Agora, pra casar teve que ir pro golpe da barriga e mãe falar de boca cheia pra minha que a filha "passou na frente" - pra ela é isso, mas eu não estou nessa onda.
Não acho que prender alguém com filho seja a coisa certa, nem prender de qualquer forma a pessoa tem que querer estar com você por vontade própria.
E depois, casar pra "tapar a boca das vizinhas" antes da barriga aparecer, nem sempre é sinal que o casamento vai até o final. Acho que casar, sem pressão é o melhor, porque você tem que conviver bem com essa pessoa para saber como é, antes de colocar filho no meio, é como queimar etapa - pra mim.
Virei pra minha mãe e disse: agora, ela não pergunta mais de mim pra vc, a filha dela ganhou a disputa, ganhou um filho nos braços.
Minha mãe ria porque não concorda com essa exibição por uma barriga como prêmio.
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quinta-feira, agosto 25, 2005
Capítulo 9: Da Escrotice Masculina
Esse post tem um pouco a ver com o post abaixo, o capítulo 8.
Porque eu fiquei matutando sobre os caras que falei e me lembrei bem do que aconteceu:
- Um me deixou esperando duas horas para ir almoçar, quando chego no lugar combinado ele estava almoçando com seus amigos, fiquei revoltada com isso. Quando fui perguntar - num outro dia - porque não me esperou ele simplesmente me disse que eu deveria ter sentado com os amigos dele e que estava apressado pra uma aula e não poderia falar comigo. Ele me deu um senhor fora, assim, do nada, sem me explicar nada e sem se importar se eu havia ficado duas horas esperando ele - tínhamos combinado a hora e o lugar, não sou louca.
Tão escroto que nem fez o favor de me devolver um trabalho e uma apostila da facul que emprestei pra ele. Acho que só ficou me "cercando" por causa disso.
- Outro se fez de coitado, ficou comigo, chorando porque tinha terminado o namoro de 7 anos e estava deprimido. Dois meses levaram para ele me falar: "acabei meu namoro e não estou afim de me prender a nada agora" - vejam bem, terminou o namoro quando estava ficando comigo e não antes, como havia pregado... eu era a outra e não sabia.
Desse eu não deixei barato, virei pra ele e disse: "eu também não, ganhei uma bolsa pra Inglaterra e não quero prender ninguém por minha causa aqui" (uauahahahahahahhah grande mentira, mas o cara nem teve o que falar rss)
- Um que vi uma foto no álbum de outra pessoa: me paquerava sempre, mas nunca chegava em mim, eu decidi ir atrás. Aí me tratou com frieza e quando me encontrou no ônibus indo pra facul ficou paquerando outra menina na minha frente - ele estava em pé do meu lado no ônibus e batia um papo bem "paquera" com uma menina que estava em pé também (eu sentada comecei a conversar com a menina do meu lado que também o conhecia - e me conhecia - e ela pareceu também muito admirada quando o viu jogando charme pra terceira, ela parecia ter caido no conto dele também). Foi uma das situações mais deprimentes pela qual passei: um cara que fazia de tudo pra chamar minha atenção, na hora do "vamos ver" mal fala comigo, pede pra uma amiga dele me dizer que ele tem namorada (mentira) e quando me vê no bus faz essa palhaçada só pra me dizer: a fila é grande, pega sua senha e fica lá trás.
O pior é ele paquerar todas, acho isso escroto demais: paquerar todas e depois tirar no "2 ou 1".
Aí eu fiquei pensando nas esposas dos dois primeiros e imaginando... será que elas sabem o quando eles foram escrotos com outras? Será que todo homem faz escrotice até encontrar uma que resolva ter algo mais sério?
É tão hipócrita ver aquelas fotos de "casal feliz"...
Acho que eu não conseguiria conviver com alguém sabendo que ele sacaneou outras.
Por isso vou morrer solteira rsss
Ah, o terceiro, até onde sei, não casou até hoje. Vai ver a máscara dele caiu, ou ainda engana muitas... infelizmente.
Porque eu fiquei matutando sobre os caras que falei e me lembrei bem do que aconteceu:
- Um me deixou esperando duas horas para ir almoçar, quando chego no lugar combinado ele estava almoçando com seus amigos, fiquei revoltada com isso. Quando fui perguntar - num outro dia - porque não me esperou ele simplesmente me disse que eu deveria ter sentado com os amigos dele e que estava apressado pra uma aula e não poderia falar comigo. Ele me deu um senhor fora, assim, do nada, sem me explicar nada e sem se importar se eu havia ficado duas horas esperando ele - tínhamos combinado a hora e o lugar, não sou louca.
Tão escroto que nem fez o favor de me devolver um trabalho e uma apostila da facul que emprestei pra ele. Acho que só ficou me "cercando" por causa disso.
- Outro se fez de coitado, ficou comigo, chorando porque tinha terminado o namoro de 7 anos e estava deprimido. Dois meses levaram para ele me falar: "acabei meu namoro e não estou afim de me prender a nada agora" - vejam bem, terminou o namoro quando estava ficando comigo e não antes, como havia pregado... eu era a outra e não sabia.
Desse eu não deixei barato, virei pra ele e disse: "eu também não, ganhei uma bolsa pra Inglaterra e não quero prender ninguém por minha causa aqui" (uauahahahahahahhah grande mentira, mas o cara nem teve o que falar rss)
- Um que vi uma foto no álbum de outra pessoa: me paquerava sempre, mas nunca chegava em mim, eu decidi ir atrás. Aí me tratou com frieza e quando me encontrou no ônibus indo pra facul ficou paquerando outra menina na minha frente - ele estava em pé do meu lado no ônibus e batia um papo bem "paquera" com uma menina que estava em pé também (eu sentada comecei a conversar com a menina do meu lado que também o conhecia - e me conhecia - e ela pareceu também muito admirada quando o viu jogando charme pra terceira, ela parecia ter caido no conto dele também). Foi uma das situações mais deprimentes pela qual passei: um cara que fazia de tudo pra chamar minha atenção, na hora do "vamos ver" mal fala comigo, pede pra uma amiga dele me dizer que ele tem namorada (mentira) e quando me vê no bus faz essa palhaçada só pra me dizer: a fila é grande, pega sua senha e fica lá trás.
O pior é ele paquerar todas, acho isso escroto demais: paquerar todas e depois tirar no "2 ou 1".
Aí eu fiquei pensando nas esposas dos dois primeiros e imaginando... será que elas sabem o quando eles foram escrotos com outras? Será que todo homem faz escrotice até encontrar uma que resolva ter algo mais sério?
É tão hipócrita ver aquelas fotos de "casal feliz"...
Acho que eu não conseguiria conviver com alguém sabendo que ele sacaneou outras.
Por isso vou morrer solteira rsss
Ah, o terceiro, até onde sei, não casou até hoje. Vai ver a máscara dele caiu, ou ainda engana muitas... infelizmente.
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